# Registro público: STJ — 2828625

- **Origem:** stj
- **Órgão:** QUINTA TURMA
- **Classe:** AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL
- **Grau:** 
- **Data de julgamento:** 2025-06-03
- **Publicação:** 2025-06-10
- **Ajuizamento:** 
- **Página canônica da Wiki Jurídica:** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/100597/
- **Registro público da fonte (JSON):** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/100597.json
- **Fonte primária preservada:** STJ, dados abertos de acórdãos
- **SHA-256 da fonte preservada:** de05e3de9d6f65eaee08e0dd3b70961bda00a043d8a1b840b9398bac256108a0

## Origem do registro no STJ

[Conjunto de dados oficial do STJ](<https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/b79a7764-5c86-4530-9b6b-18cf60e2f38f/resource/e7fc98e2-debc-4ed3-ac77-8f198ae2c6cc/download/20250630.json>)
- **Identificador na fonte:** 000915503
- **Número de registro na fonte:** 202404840344
- **Coleta informada no registro:** 2026-09-18T12:46:26Z

## Quadro documental do acórdão — seções oficiais da ementa

**Origem:** texto literal do STJ, sem inferência de fundamentos.

### I. Caso em exame

1. Agravo regimental interposto contra decisão
monocrática que conheceu do agravo para não conhecer do recurso
especial.

### II. Questão em discussão

2. A questão em discussão consiste em saber
se o princípio da consunção é aplicável aos crimes de porte ilegal
de arma de fogo e disparo de arma de fogo, quando praticados em
contextos distintos e com desígnios autônomos.

### III. Razões de decidir

3. O Tribunal de origem afastou a aplicação do
princípio da consunção, considerando que os crimes de porte ilegal
de arma de fogo e disparo de arma de fogo foram praticados em
momentos distintos e com desígnios autônomos.
4. A decisão está alinhada ao entendimento do Superior Tribunal de
Justiça, que não aplica o princípio da consunção quando os delitos
são praticados em contextos distintos.
5. O afastamento das conclusões do Tribunal de origem demandaria o
revolvimento fático-probatório, o que é inviável em sede de recurso
especial, conforme a Súmula 7 do STJ.

### IV. Dispositivo e tese

6. Agravo regimental improvido.
Tese de julgamento:  "1. O princípio da consunção não se aplica
quando os crimes de porte ilegal de arma de fogo e disparo de arma
de fogo são praticados em contextos distintos e com desígnios
autônomos. 2. A análise de fatos e provas para aplicação do
princípio da consunção é inviável em recurso especial, conforme a
Súmula 7 do STJ."
Dispositivos relevantes citados:  Lei nº 10.826/2003, arts. 14 e 15;
CPP, art. 619.Jurisprudência relevante citada:  STJ, AgRg no AREsp
754.716/PR, Rel. Min. Antonio Saldanha Palheiro, Sexta Turma,
julgado em 12.12.2017; STJ, AgRg no AREsp 2.322.750/SP, Rel. Min.
Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma, julgado em 13.06.2023;
STJ, AgRg no AREsp 2.120.835/SC, Rel. Min. Rogerio Schietti Cruz,
Sexta Turma, julgado em 11.10.2022.

## Ementa

DIREITO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL. PORTE ILEGAL DE ARMA DE FOGO E
DISPARO DE ARMA DE FOGO. PRINCÍPIO DA CONSUNÇÃO. AGRAVO REGIMENTAL
IMPROVIDO.
I. Caso em exame
1. Agravo regimental interposto contra decisão
monocrática que conheceu do agravo para não conhecer do recurso
especial.
II. Questão em discussão
2. A questão em discussão consiste em saber
se o princípio da consunção é aplicável aos crimes de porte ilegal
de arma de fogo e disparo de arma de fogo, quando praticados em
contextos distintos e com desígnios autônomos.
III. Razões de decidir
3. O Tribunal de origem afastou a aplicação do
princípio da consunção, considerando que os crimes de porte ilegal
de arma de fogo e disparo de arma de fogo foram praticados em
momentos distintos e com desígnios autônomos.
4. A decisão está alinhada ao entendimento do Superior Tribunal de
Justiça, que não aplica o princípio da consunção quando os delitos
são praticados em contextos distintos.
5. O afastamento das conclusões do Tribunal de origem demandaria o
revolvimento fático-probatório, o que é inviável em sede de recurso
especial, conforme a Súmula 7 do STJ.
IV. Dispositivo e tese
6. Agravo regimental improvido.
Tese de julgamento:  "1. O princípio da consunção não se aplica
quando os crimes de porte ilegal de arma de fogo e disparo de arma
de fogo são praticados em contextos distintos e com desígnios
autônomos. 2. A análise de fatos e provas para aplicação do
princípio da consunção é inviável em recurso especial, conforme a
Súmula 7 do STJ."
Dispositivos relevantes citados:  Lei nº 10.826/2003, arts. 14 e 15;
CPP, art. 619.Jurisprudência relevante citada:  STJ, AgRg no AREsp
754.716/PR, Rel. Min. Antonio Saldanha Palheiro, Sexta Turma,
julgado em 12.12.2017; STJ, AgRg no AREsp 2.322.750/SP, Rel. Min.
Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma, julgado em 13.06.2023;
STJ, AgRg no AREsp 2.120.835/SC, Rel. Min. Rogerio Schietti Cruz,
Sexta Turma, julgado em 11.10.2022.

## Dispositivo / resultado textual

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima
indicadas, acordam os Ministros da Turma, por unanimidade, negar
provimento ao agravo regimental.
Os Srs. Ministros Reynaldo Soares da Fonseca, Joel Ilan Paciornik e
Carlos Cini Marchionatti (Desembargador Convocado TJRS) votaram com
o Sr. Ministro Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Reynaldo Soares da Fonseca.
Ausente, justificadamente, o Sr. Ministro Messod Azulay Neto.

## Referências extraídas



**Limite documental:** Recortes literais da ementa, dispositivo e referências do STJ. Não substituem o voto ou inteiro teor ausente, nem constituem tese autoral.


## Navegação contextual


**Nota:** processos com a mesma classificação ou norma podem ter fatos, fundamentos e desfechos divergentes. Ato/andamento não prova vitória, derrota ou trânsito em julgado.

## Comentário de Rafael Toledo

Análise autoral de leitura documental, separada do teor oficial.

Neste registro, o processo 2828625 no STJ está identificado por “AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL”. Esse é o dado documental disponível para orientar a leitura. O campo de assunto não está informado nesta representação, de modo que não o completo por aproximação com outros processos.

O órgão indicado é “QUINTA TURMA”. Esse vínculo permite localizar a unidade registrada e acompanhar seus atos. A identificação do órgão não informa, por si, o conteúdo de uma decisão ou o acolhimento de um pedido.

A ementa deste acórdão organiza a exposição em “I. Caso em exame”; “II. Questão em discussão”; “III. Razões de decidir”; “IV. Dispositivo e tese”. Essa estrutura permite separar a questão apresentada, a fundamentação descrita e o dispositivo. Um trecho isolado precisa ser confrontado com as demais seções do mesmo acórdão.

O registro disponível não contém o inteiro teor do voto. Por isso, este comentário se limita à organização da fonte publicada; argumentos, fatos ou ressalvas ausentes não são reconstruídos como se fossem afirmações do tribunal.

[Fonte oficial que sustenta este comentário](<https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/b79a7764-5c86-4530-9b6b-18cf60e2f38f/resource/e7fc98e2-debc-4ed3-ac77-8f198ae2c6cc/download/20250630.json>)

- **Autoria do comentário:** Rafael Toledo
- **Versão do produtor:** 2026-10-22.1
- **SHA-256 da fonte:** de05e3de9d6f65eaee08e0dd3b70961bda00a043d8a1b840b9398bac256108a0
- **SHA-256 do comentário:** 4534e3e97c8bf87bf0e72d8fb88c16fe8ff8707d41be526a4c9ddcc235a91aa2
