# Registro público: STJ — 2644198

- **Origem:** stj
- **Órgão:** QUARTA TURMA
- **Classe:** AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL
- **Grau:** 
- **Data de julgamento:** 2026-02-09
- **Publicação:** 2026-02-12
- **Ajuizamento:** 
- **Página canônica da Wiki Jurídica:** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/123997/
- **Registro público da fonte (JSON):** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/123997.json
- **Fonte primária preservada:** STJ, dados abertos de acórdãos
- **SHA-256 da fonte preservada:** 2785d0fb0f20fcc01690a5c680df14695276bfcc5b372794d8839d8a5a1198bb

## Origem do registro no STJ

[Conjunto de dados oficial do STJ](<https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/bab65848-f287-4146-8273-e58faee39ad2/resource/d2d11b33-2a65-4c8a-ab2d-8b15397e1a7b/download/20260228.json>)
- **Identificador na fonte:** 949061
- **Número de registro na fonte:** 202401745480
- **Coleta informada no registro:** 2026-09-10T12:42:21Z

## Quadro documental do acórdão — seções oficiais da ementa

**Origem:** texto literal do STJ, sem inferência de fundamentos.

### I. CASO EM EXAME

1. Agravo em recurso especial contra decisão que inadmitiu o recurso
especial por incidência da Súmula n. 7 do STJ, por deficiência de
fundamentação com aplicação, por analogia, da Súmula n. 284 do STF,
e por ausência de demonstração do dissídio nos termos do art. 1.029,
§ 1º, do CPC.
2. A controvérsia diz respeito a ação de nulidade de cobrança
envolvendo avisos de lançamento e manutenção de contrato de
comissionamento em razão de contratos com órgãos públicos no âmbito
de intermediação de passagens aéreas.
3. Na sentença, o Juízo de primeiro grau julgou procedentes os
pedidos, declarou nulas as cobranças impugnadas, determinou a
manutenção do contrato enquanto vigentes os contratos com órgãos
públicos e fixou honorários advocatícios em 10% sobre o valor da
causa.
4. A Corte de origem manteve integralmente a sentença, rejeitou a
preliminar de inobservância da dialeticidade e, no mérito, negou
provimento à apelação.

### II. QUESTÃO EM DISCUSSÃO

5. Há três questões em discussão: (i) saber se houve violação dos
arts. 473, caput e parágrafo único, do Código Civil pela manutenção
do contrato enquanto vigentes ajustes com órgãos públicos; (ii)
saber se houve violação do art. 712 do Código Civil ao afastar a
responsabilidade da intermediária quanto às instruções do proponente
nas remarcações e cobranças; e (iii) saber se há divergência
jurisprudencial quanto à inaplicabilidade do parágrafo único do art.
473 do Código Civil na ausência de investimentos consideráveis.

### III. RAZÕES DE DECIDIR

6. A manutenção da eficácia do contrato é decorrência do princípio
da força obrigatória (pacta sunt servanda), concretizado pela
exigência de cumprimento por um dos contratantes em face do outro.
7. Quanto à alegada violação dos arts. 473, caput e parágrafo único,
e 712 do Código Civil, a pretensão demanda revolvimento do conjunto
fático-probatório e interpretação de cláusulas contratuais, o que
atrai, respectivamente, a incidência das Súmulas n. 7 e n. 5 do STJ.
8. A análise do dissídio jurisprudencial não se conhece quando o
apelo esbarra nos óbices das Súmulas n. 5 e n. 7 do STJ, que impedem
o exame de similitude fático-jurídica necessária.

### IV. DISPOSITIVO E TESE

9. Agravo em recurso especial desprovido.
Tese de julgamento: "1. Incide a Súmula n. 7 do STJ quando a parte
pretende afastar a aplicação do parágrafo único do art. 473 do
Código Civil, por exigir reexame de fatos e provas. 2. Incide a
Súmula n. 5 do STJ quando a controvérsia envolve interpretação de
cláusulas contratuais acerca das obrigações da intermediária e das
instruções do proponente. 3. O dissídio jurisprudencial não se
conhece quando o recurso especial é inviável pela incidência dos
óbices sumulares."
Dispositivos relevantes citados: Constituição Federal, art. 105 III
c; Código Civil, arts. 473 caput, parágrafo único, 712.
Jurisprudência relevante citada: STJ, Súmulas n. 5, 7; STJ, REsp n.
2.186.399/SP, relatora Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma,
julgado em 6/5/2025; STJ, AgInt no AREsp n. 1.364.831/BA, relator
Ministro Antonio Carlos Ferreira, Quarta Turma, julgado em
13/5/2019; STJ, AREsp n. 2.762.247/SP, relator Ministro Raul Araújo,
Quarta Turma, julgado em 13/10/2025; STJ, AgInt no AREsp n.
1.434.859/SP, relator Ministro Luis Felipe Salomão, Quarta Turma,
julgado em 11/6/2019; STJ, AgInt no AREsp n. 2.707.544/RS, relatora
Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, julgado em 10/2/2025; STJ,
AREsp n. 2.363.046/SP, relator Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva,
Terceira Turma, julgado em 15/9/2025.

## Ementa

DIREITO CIVIL. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. CONTRATO DE COMISSÃO E
NULIDADE DE COBRANÇA. INCIDÊNCIA DAS SÚMULAS 5 E 7 DO STJ E DISSÍDIO
PREJUDICADO. AGRAVO DESPROVIDO.
I. CASO EM EXAME
1. Agravo em recurso especial contra decisão que inadmitiu o recurso
especial por incidência da Súmula n. 7 do STJ, por deficiência de
fundamentação com aplicação, por analogia, da Súmula n. 284 do STF,
e por ausência de demonstração do dissídio nos termos do art. 1.029,
§ 1º, do CPC.
2. A controvérsia diz respeito a ação de nulidade de cobrança
envolvendo avisos de lançamento e manutenção de contrato de
comissionamento em razão de contratos com órgãos públicos no âmbito
de intermediação de passagens aéreas.
3. Na sentença, o Juízo de primeiro grau julgou procedentes os
pedidos, declarou nulas as cobranças impugnadas, determinou a
manutenção do contrato enquanto vigentes os contratos com órgãos
públicos e fixou honorários advocatícios em 10% sobre o valor da
causa.
4. A Corte de origem manteve integralmente a sentença, rejeitou a
preliminar de inobservância da dialeticidade e, no mérito, negou
provimento à apelação.
II. QUESTÃO EM DISCUSSÃO
5. Há três questões em discussão: (i) saber se houve violação dos
arts. 473, caput e parágrafo único, do Código Civil pela manutenção
do contrato enquanto vigentes ajustes com órgãos públicos; (ii)
saber se houve violação do art. 712 do Código Civil ao afastar a
responsabilidade da intermediária quanto às instruções do proponente
nas remarcações e cobranças; e (iii) saber se há divergência
jurisprudencial quanto à inaplicabilidade do parágrafo único do art.
473 do Código Civil na ausência de investimentos consideráveis.
III. RAZÕES DE DECIDIR
6. A manutenção da eficácia do contrato é decorrência do princípio
da força obrigatória (pacta sunt servanda), concretizado pela
exigência de cumprimento por um dos contratantes em face do outro.
7. Quanto à alegada violação dos arts. 473, caput e parágrafo único,
e 712 do Código Civil, a pretensão demanda revolvimento do conjunto
fático-probatório e interpretação de cláusulas contratuais, o que
atrai, respectivamente, a incidência das Súmulas n. 7 e n. 5 do STJ.
8. A análise do dissídio jurisprudencial não se conhece quando o
apelo esbarra nos óbices das Súmulas n. 5 e n. 7 do STJ, que impedem
o exame de similitude fático-jurídica necessária.
IV. DISPOSITIVO E TESE
9. Agravo em recurso especial desprovido.
Tese de julgamento: "1. Incide a Súmula n. 7 do STJ quando a parte
pretende afastar a aplicação do parágrafo único do art. 473 do
Código Civil, por exigir reexame de fatos e provas. 2. Incide a
Súmula n. 5 do STJ quando a controvérsia envolve interpretação de
cláusulas contratuais acerca das obrigações da intermediária e das
instruções do proponente. 3. O dissídio jurisprudencial não se
conhece quando o recurso especial é inviável pela incidência dos
óbices sumulares."
Dispositivos relevantes citados: Constituição Federal, art. 105 III
c; Código Civil, arts. 473 caput, parágrafo único, 712.
Jurisprudência relevante citada: STJ, Súmulas n. 5, 7; STJ, REsp n.
2.186.399/SP, relatora Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma,
julgado em 6/5/2025; STJ, AgInt no AREsp n. 1.364.831/BA, relator
Ministro Antonio Carlos Ferreira, Quarta Turma, julgado em
13/5/2019; STJ, AREsp n. 2.762.247/SP, relator Ministro Raul Araújo,
Quarta Turma, julgado em 13/10/2025; STJ, AgInt no AREsp n.
1.434.859/SP, relator Ministro Luis Felipe Salomão, Quarta Turma,
julgado em 11/6/2019; STJ, AgInt no AREsp n. 2.707.544/RS, relatora
Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, julgado em 10/2/2025; STJ,
AREsp n. 2.363.046/SP, relator Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva,
Terceira Turma, julgado em 15/9/2025.

## Dispositivo / resultado textual

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas,
acordam os Ministros da QUARTA TURMA do Superior Tribunal de
Justiça, em Sessão Virtual de 03/02/2026 a 09/02/2026, por
unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr.
Ministro Relator.
Os Srs. Ministros Raul Araújo, Maria Isabel Gallotti e Antonio
Carlos Ferreira votaram com o Sr. Ministro Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro João Otávio de Noronha.
Licenciado o Sr. Ministro Marco Buzzi.

## Referências extraídas

urn:lex:br:federal:lei:2002-01-10;10406!art473, urn:lex:br:federal:lei:2002-01-10;10406!art475

## Jurisprudência citada pela fonte STJ

(FORÇA VINCULANTE DOS CONTRATOS)
   STJ - <<REsp 2186399>>-SP
(INVESTIMENTOS CONSIDERÁVEIS - SÚMULAS 5 E 7/STJ)
   STJ - <<AgInt no AREsp 1364831>>-BA

## Súmulas citadas

- STJ:5

## Referências legislativas textuais

- LEG:FED SUM:****** ANO:****
*****  SUM(STJ)    SÚMULA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
        SUM:000005 SUM:000007
- LEG:FED LEI:010406 ANO:2002
*****  CC-02    CÓDIGO CIVIL DE 2002
        ART:00473 PAR:ÚNICO ART:00475

**Limite documental:** Recortes literais da ementa, dispositivo e referências do STJ. Não substituem o voto ou inteiro teor ausente, nem constituem tese autoral.


## Navegação contextual

- [Decisões que citam urn:lex:br:federal:lei:2002-01-10;10406!art473](https://wikijuridica.com.br/casos/dispositivo/?urn=urn%3Alex%3Abr%3Afederal%3Alei%3A2002-01-10%3B10406%21art473)
- [Decisões que citam urn:lex:br:federal:lei:2002-01-10;10406!art475](https://wikijuridica.com.br/casos/dispositivo/?urn=urn%3Alex%3Abr%3Afederal%3Alei%3A2002-01-10%3B10406%21art475)

**Nota:** processos com a mesma classificação ou norma podem ter fatos, fundamentos e desfechos divergentes. Ato/andamento não prova vitória, derrota ou trânsito em julgado.

## Casos reais relacionados — semelhanças e diferenças documentais

Relações por códigos TPU ou URN LexML coincidentes. Coincidências de campos não demonstram identidade da causa, do mérito ou do resultado e não são aconselhamento jurídico. Diferenças de classificação, tribunal ou órgão são documentais.

- [STJ — 2042232](https://wikijuridica.com.br/casos/documento/39097/) — classe: RECURSO ESPECIAL; referências coincidentes: urn:lex:br:federal:lei:2002-01-10;10406!art473, urn:lex:br:federal:lei:2002-01-10;10406!art475
  - Coincidência literal — Tribunal: STJ
  - Classe processual (atual / relacionado): AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL / RECURSO ESPECIAL
  - Órgão julgador (atual / relacionado): QUARTA TURMA / TERCEIRA TURMA
- [STJ — 1677680](https://wikijuridica.com.br/casos/documento/124017/) — classe: RECURSO ESPECIAL; referências coincidentes: urn:lex:br:federal:lei:2002-01-10;10406!art473
  - Coincidência literal — Tribunal: STJ
  - Coincidência literal — Órgão julgador: QUARTA TURMA
  - Classe processual (atual / relacionado): AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL / RECURSO ESPECIAL
- [STJ — 1694564](https://wikijuridica.com.br/casos/documento/49546/) — classe: AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL; referências coincidentes: urn:lex:br:federal:lei:2002-01-10;10406!art473
  - Coincidência literal — Tribunal: STJ
  - Coincidência literal — Órgão julgador: QUARTA TURMA
  - Classe processual (atual / relacionado): AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL / AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL


## Contexto jurídico e comentários autorais

### [Art. 473 do Código Civil: resilição unilateral](https://wikijuridica.com.br/leis/cc-art-473/)

**Fundamento do vínculo:** Referência ao dispositivo citado na fonte.

> O art. 473 diz que a resilição unilateral, nos casos em que a lei expressa ou implicitamente permite, opera mediante denúncia notificada à outra parte. Denúncia, aqui, é a manifestação de vontade de encerrar o vínculo, e ela produz efeito quando chega ao conhecimento do outro contratante.

**Atribuição:** Rafael Toledo · Sair do contrato por denúncia comunicada à outra parte

- **Âncoras documentais:** contrato
- **SHA-256 do HTML autoral:** 7d5f702e7d97bb45c2d19d5621529886e5ee39d24892fd7f4dcd133c6afef522
- **SHA-256 do registro documental:** 2785d0fb0f20fcc01690a5c680df14695276bfcc5b372794d8839d8a5a1198bb
- **Campo da fonte:** ` /ementa `
- [Documentos ligados a esta página](https://wikijuridica.com.br/casos/contexto/?pagina=%2Fleis%2Fcc-art-473%2F)

### [Artigo 475 do Código Civil: resolução por inadimplemento](https://wikijuridica.com.br/leis/cc-art-475/)

**Fundamento do vínculo:** Referência ao dispositivo citado na fonte.

> O art. 475 coloca duas portas à disposição de quem foi lesado. Pela primeira, resolve-se o contrato, desfazendo o vínculo e retornando, quando possível, ao estado anterior. Pela segunda, mantém-se o contrato e exige-se o cumprimento forçado da prestação.

**Atribuição:** Rafael Toledo · Resolver ou exigir o cumprimento: a escolha do art. 475

- **Âncoras documentais:** contrato
- **SHA-256 do HTML autoral:** 32323bd7e8e8c7adf32f2f5fdb9188eeb0e5150b452c8ffb3a40082e91d12d69
- **SHA-256 do registro documental:** 2785d0fb0f20fcc01690a5c680df14695276bfcc5b372794d8839d8a5a1198bb
- **Campo da fonte:** ` /ementa `
- [Documentos ligados a esta página](https://wikijuridica.com.br/casos/contexto/?pagina=%2Fleis%2Fcc-art-475%2F)

### [Cláusulas essenciais no contrato de integração via API](https://wikijuridica.com.br/empresarial/contrato-api-integracao-b2b-clausulas/)

**Fundamento do vínculo:** Citação da mesma norma.

- [Documentos ligados a esta página](https://wikijuridica.com.br/casos/contexto/?pagina=%2Fempresarial%2Fcontrato-api-integracao-b2b-clausulas%2F)

### [Resolução, resilição e rescisão: três formas de acabar contrato](https://wikijuridica.com.br/empresarial/resolucao-vs-resilicao-vs-rescisao-diferenca/)

**Fundamento do vínculo:** Citação da mesma norma.

- [Documentos ligados a esta página](https://wikijuridica.com.br/casos/contexto/?pagina=%2Fempresarial%2Fresolucao-vs-resilicao-vs-rescisao-diferenca%2F)


## Comentário de Rafael Toledo

Análise autoral de leitura documental, separada do teor oficial.

Neste registro, o processo 2644198 no STJ está identificado por “AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL”. Esse é o dado documental disponível para orientar a leitura. O campo de assunto não está informado nesta representação, de modo que não o completo por aproximação com outros processos.

O órgão indicado é “QUARTA TURMA”. Esse vínculo permite localizar a unidade registrada e acompanhar seus atos. A identificação do órgão não informa, por si, o conteúdo de uma decisão ou o acolhimento de um pedido.

A ementa deste acórdão organiza a exposição em “I. CASO EM EXAME”; “II. QUESTÃO EM DISCUSSÃO”; “III. RAZÕES DE DECIDIR”; “IV. DISPOSITIVO E TESE”. Essa estrutura permite separar a questão apresentada, a fundamentação descrita e o dispositivo. Um trecho isolado precisa ser confrontado com as demais seções do mesmo acórdão.

O registro disponível não contém o inteiro teor do voto. Por isso, este comentário se limita à organização da fonte publicada; argumentos, fatos ou ressalvas ausentes não são reconstruídos como se fossem afirmações do tribunal.

[Fonte oficial que sustenta este comentário](<https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/bab65848-f287-4146-8273-e58faee39ad2/resource/d2d11b33-2a65-4c8a-ab2d-8b15397e1a7b/download/20260228.json>)

- **Autoria do comentário:** Rafael Toledo
- **Versão do produtor:** 2026-10-22.1
- **SHA-256 da fonte:** 2785d0fb0f20fcc01690a5c680df14695276bfcc5b372794d8839d8a5a1198bb
- **SHA-256 do comentário:** fd60ea0df0eded61fd7c659aa513bb81ac7f7b8551134b2979f0e2c7603b481a
