# Registro público: STJ — 2105235

- **Origem:** stj
- **Órgão:** QUARTA TURMA
- **Classe:** RECURSO ESPECIAL
- **Grau:** 
- **Data de julgamento:** 2026-05-18
- **Publicação:** 2026-05-22
- **Ajuizamento:** 
- **Página canônica da Wiki Jurídica:** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/132936/
- **Registro público da fonte (JSON):** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/132936.json
- **Fonte primária preservada:** STJ, dados abertos de acórdãos
- **SHA-256 da fonte preservada:** 3037c9dbef8e7fff9207d22a2ea6d3055211726563804f8c5fce37db7c2818a1

## Origem do registro no STJ

[Conjunto de dados oficial do STJ](<https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/bab65848-f287-4146-8273-e58faee39ad2/resource/7e06b3f3-b147-4cf0-83f0-2def49fdba80/download/20260531.json>)
- **Identificador na fonte:** 959515
- **Número de registro na fonte:** 202303333404
- **Coleta informada no registro:** 2026-09-10T12:42:21Z

## Questão jurídica conforme a ementa oficial

DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL E AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL.
 PLANO DE SAÚDE COLETIVO POR ADESÃO. REAJUSTES POR SINISTRALIDADE E POR FAIXA
 ETÁRIA. ÍNDICES DA ANS. PROVA ATUARIAL E TRANSPARÊNCIA. SÚMULAS 5 E 7/STJ.
 DIVERGÊNCIA JURISPRUDENCIAL. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL E RECURSO ESPECIAL DE
 UMA RECORRENTE PREJUDICADOS PELA DESISTÊNCIA. RECURSO ESPECIAL DA OUTRA
 RECORRENTE DESPROVIDO.

**Origem:** transcrição do STJ, sem tese jurídica inferida.

## Fundamentos documentados nos itens da ementa

- **Item 1 (texto oficial):** Reconheceu-se que a cláusula de reajuste por aumento de sinistralidade em
 planos coletivos é, em tese, lícita, mas sua validade concreta depende de prova
 efetiva do incremento da sinistralidade e do cumprimento do dever de
 transparência, mediante apresentação de extrato pormenorizado que demonstre a
 relação entre despesas assistenciais e receitas do plano em período determinado,
 cabendo integralmente à operadora o ônus de produzir essa prova.
- **Item 2 (texto oficial):** O Tribunal de origem concluiu, com base na análise das provas, pela
 "insuficiência de demonstração da forma utilizada para o cálculo do reajuste" e
 pela ausência de justificativa atuarial idônea, de modo que a majoração por
 sinistralidade foi corretamente reputada abusiva, entendimento alinhado à
 jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça; a pretensão recursal de reformar
 tal conclusão esbarra nos óbices das Súmulas 5 e 7/STJ, por exigir reexame de
 fatos e cláusulas contratuais.
- **Item 3 (texto oficial):** Não se configurou violação ao art. 20 da Resolução Normativa 195/2009 da ANS,
 pois o acórdão recorrido não declarou inválida, em abstrato, a cláusula de
 reajuste por sinistralidade nem instituiu percentuais diferenciados em afronta
 ao regime dos planos coletivos; apenas afastou a aplicação concreta do índice
 contratual pela falta de comprovação e transparência, sem infirmar o modelo
 normativo da ANS.
- **Item 4 (texto oficial):** Quanto ao reajuste por faixa etária, aplicou-se a orientação do Tema
 1.016/STJ no sentido de que ele é, em tese, válido quando haja previsão
 contratual, observância das normas da ANS (como a RN 63/2003) e ausência de
 percentuais desarrazoados ou aleatórios que impliquem onerosidade excessiva ou
 discriminação, tendo o acórdão recorrido, com base nas circunstâncias do caso
 concreto, reputado abusivo o percentual de 73,24% na última faixa etária.
- **Item 5 (texto oficial):** A avaliação da onerosidade excessiva e do caráter discriminatório do reajuste
 de 73,24% para 59 anos ou mais, inclusive com comparação a dados de mercado e ao
 "Painel de Precificação da ANS", constitui juízo eminentemente fático,
 insuscetível de revisão em recurso especial.
- **Item 6 (texto oficial):** Em relação à substituição do reajuste por sinistralidade pelos índices anuais
 da ANS para planos individuais, ressaltou-se que, embora a jurisprudência do STJ
 afirme a inaplicabilidade direta desses índices aos planos coletivos, a
 utilização, no caso concreto, desses parâmetros como balizador mínimo para
 coibir onerosidade excessiva decorreu de valoração das provas e da omissão das
 rés em comprovar a adequação atuarial do reajuste, circunstância que não pode
 ser revista nesta instância especial em razão da Súmula 7/STJ.
- **Item 7 (texto oficial):** Assentou-se que a solução ideal, em tese, quando reconhecida a natureza
 abusiva do reajuste em plano coletivo, é a apuração, em liquidação de sentença,
 de índice adequado mediante perícia atuarial, de forma a restabelecer o
 equilíbrio econômico-financeiro do contrato; todavia, a modificação da solução
 adotada no acórdão recorrido, que optou pela referência aos índices da ANS para
 planos individuais, demandaria reexame do contexto probatório e da condução da
 atividade instrutória, o que é vedado.
- **Item 8 (texto oficial):** No tocante à restituição de valores, registrou-se que o Tema 610/STJ prevê a
 devolução das diferenças pagas a maior no período de três anos anteriores ao
 ajuizamento da ação, mas a verificação da aderência, no caso concreto, ao marco
 temporal e aos montantes efetivamente pagos exigiria exame de datas e
 comprovantes constantes dos autos, também obstado.
- **Item 9 (texto oficial):** Quanto à alegada divergência jurisprudencial (art. 105, III, "c", da
 CF/1988), concluiu-se que não se verifica similitude fática estrita entre o
 acórdão recorrido e o paradigma indicado, pois a conclusão sobre a índole
 abusiva e onerosidade excessiva dos reajustes decorreu de elementos probatórios
 específicos deste litígio, o que impede o cotejo analítico sem reexame dos
 fatos.
- **Item 10 (texto oficial):** Diante do pedido de desistência formulado por uma das recorrentes,
 homologado na origem, o agravo em recurso especial e o respectivo recurso
 especial dessa parte foram julgados prejudicados, por perda superveniente do
 objeto, remanescendo apenas o exame do recurso especial da administradora de
 benefícios, ao qual se negou provimento.
- **Item 11 (texto oficial):** Agravo em recurso especial e recurso especial de uma recorrente julgados
 prejudicados, pela perda superveniente do objeto em razão de desistência
 homologada, e recurso especial da outra recorrente desprovido, com majoração dos
 honorários advocatícios sucumbenciais.

## Ementa

DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL E AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL.
 PLANO DE SAÚDE COLETIVO POR ADESÃO. REAJUSTES POR SINISTRALIDADE E POR FAIXA
 ETÁRIA. ÍNDICES DA ANS. PROVA ATUARIAL E TRANSPARÊNCIA. SÚMULAS 5 E 7/STJ.
 DIVERGÊNCIA JURISPRUDENCIAL. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL E RECURSO ESPECIAL DE
 UMA RECORRENTE PREJUDICADOS PELA DESISTÊNCIA. RECURSO ESPECIAL DA OUTRA
 RECORRENTE DESPROVIDO.
 1. Reconheceu-se que a cláusula de reajuste por aumento de sinistralidade em
 planos coletivos é, em tese, lícita, mas sua validade concreta depende de prova
 efetiva do incremento da sinistralidade e do cumprimento do dever de
 transparência, mediante apresentação de extrato pormenorizado que demonstre a
 relação entre despesas assistenciais e receitas do plano em período determinado,
 cabendo integralmente à operadora o ônus de produzir essa prova.
 2. O Tribunal de origem concluiu, com base na análise das provas, pela
 "insuficiência de demonstração da forma utilizada para o cálculo do reajuste" e
 pela ausência de justificativa atuarial idônea, de modo que a majoração por
 sinistralidade foi corretamente reputada abusiva, entendimento alinhado à
 jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça; a pretensão recursal de reformar
 tal conclusão esbarra nos óbices das Súmulas 5 e 7/STJ, por exigir reexame de
 fatos e cláusulas contratuais.
 3. Não se configurou violação ao art. 20 da Resolução Normativa 195/2009 da ANS,
 pois o acórdão recorrido não declarou inválida, em abstrato, a cláusula de
 reajuste por sinistralidade nem instituiu percentuais diferenciados em afronta
 ao regime dos planos coletivos; apenas afastou a aplicação concreta do índice
 contratual pela falta de comprovação e transparência, sem infirmar o modelo
 normativo da ANS.
 4. Quanto ao reajuste por faixa etária, aplicou-se a orientação do Tema
 1.016/STJ no sentido de que ele é, em tese, válido quando haja previsão
 contratual, observância das normas da ANS (como a RN 63/2003) e ausência de
 percentuais desarrazoados ou aleatórios que impliquem onerosidade excessiva ou
 discriminação, tendo o acórdão recorrido, com base nas circunstâncias do caso
 concreto, reputado abusivo o percentual de 73,24% na última faixa etária.
 5. A avaliação da onerosidade excessiva e do caráter discriminatório do reajuste
 de 73,24% para 59 anos ou mais, inclusive com comparação a dados de mercado e ao
 "Painel de Precificação da ANS", constitui juízo eminentemente fático,
 insuscetível de revisão em recurso especial.
 6. Em relação à substituição do reajuste por sinistralidade pelos índices anuais
 da ANS para planos individuais, ressaltou-se que, embora a jurisprudência do STJ
 afirme a inaplicabilidade direta desses índices aos planos coletivos, a
 utilização, no caso concreto, desses parâmetros como balizador mínimo para
 coibir onerosidade excessiva decorreu de valoração das provas e da omissão das
 rés em comprovar a adequação atuarial do reajuste, circunstância que não pode
 ser revista nesta instância especial em razão da Súmula 7/STJ.
 7. Assentou-se que a solução ideal, em tese, quando reconhecida a natureza
 abusiva do reajuste em plano coletivo, é a apuração, em liquidação de sentença,
 de índice adequado mediante perícia atuarial, de forma a restabelecer o
 equilíbrio econômico-financeiro do contrato; todavia, a modificação da solução
 adotada no acórdão recorrido, que optou pela referência aos índices da ANS para
 planos individuais, demandaria reexame do contexto probatório e da condução da
 atividade instrutória, o que é vedado.
 8. No tocante à restituição de valores, registrou-se que o Tema 610/STJ prevê a
 devolução das diferenças pagas a maior no período de três anos anteriores ao
 ajuizamento da ação, mas a verificação da aderência, no caso concreto, ao marco
 temporal e aos montantes efetivamente pagos exigiria exame de datas e
 comprovantes constantes dos autos, também obstado.
 9. Quanto à alegada divergência jurisprudencial (art. 105, III, "c", da
 CF/1988), concluiu-se que não se verifica similitude fática estrita entre o
 acórdão recorrido e o paradigma indicado, pois a conclusão sobre a índole
 abusiva e onerosidade excessiva dos reajustes decorreu de elementos probatórios
 específicos deste litígio, o que impede o cotejo analítico sem reexame dos
 fatos.
 10. Diante do pedido de desistência formulado por uma das recorrentes,
 homologado na origem, o agravo em recurso especial e o respectivo recurso
 especial dessa parte foram julgados prejudicados, por perda superveniente do
 objeto, remanescendo apenas o exame do recurso especial da administradora de
 benefícios, ao qual se negou provimento.
 11. Agravo em recurso especial e recurso especial de uma recorrente julgados
 prejudicados, pela perda superveniente do objeto em razão de desistência
 homologada, e recurso especial da outra recorrente desprovido, com majoração dos
 honorários advocatícios sucumbenciais.

## Dispositivo / resultado textual

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os
 Ministros da QUARTA TURMA do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual de
 12/05/2026 a 18/05/2026, por unanimidade, conhecer do recurso mas lhe negar
 provimento, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator.
 Os Srs. Ministros Maria Isabel Gallotti, Antonio Carlos Ferreira, Luís Carlos
 Gambogi (Desembargador Convocado do TJMG) e João Otávio de Noronha votaram com o
 Sr. Ministro Relator.
 Presidiu o julgamento o Sr. Ministro João Otávio de Noronha.

## Referências extraídas



**Limite documental:** Recortes literais da ementa, dispositivo e referências do STJ. Não substituem o voto ou inteiro teor ausente, nem constituem tese autoral.


## Navegação contextual


**Nota:** processos com a mesma classificação ou norma podem ter fatos, fundamentos e desfechos divergentes. Ato/andamento não prova vitória, derrota ou trânsito em julgado.



## Contexto jurídico e comentários autorais

### [REsp 2.105.235 do STJ: direito civil e processual civil](https://wikijuridica.com.br/jurisprudencia/stj-resp-2105235/)

**Fundamento do vínculo:** Comentário autoral sobre este acórdão.

> A ementa do acórdão registra a fundamentação nestes termos: “1. Reconheceu-se que a cláusula de reajuste por aumento de sinistralidade em planos coletivos é, em tese, lícita, mas sua validade concreta depende de prova efetiva do incremento da sinistralidade e do cumprimento do dever de transparência, mediante apresentação de extrato pormenorizado que demonstre a relação entre despesas assistenciais e receitas do plano em período determinado, cabendo integralmente à operadora o ônus de produzir essa prova. 2. O Tribunal de origem concluiu, com base na análise das provas, pela "insuficiência de demonstração da forma utilizada para o cálculo do reajuste" e pela ausência de justificativa atuarial idônea, de modo que a majoração por sinistralidade foi corretamente reputada abusiva, entendimento alinhado à jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça; a pretensão recursal de reformar tal conclusão esbarra nos óbices das Súmulas 5 e 7/STJ, por exigir reexame de fatos e cláusulas contratuais. 3. Não se configurou violação ao art. 20 da Resolução Normativa 195/2009 da ANS, pois o acórdão recorrido não declarou inválida, em abstrato, a cláusula de reajuste por sinistralidade nem instituiu percentuais diferenciados em afronta ao regime dos planos coletivos; apenas afastou a aplicação concreta do índice contratual pela falta de comprovação e transparência, sem infirmar o modelo normativo da ANS. 4. Quanto ao reajuste por faixa etária, aplicou-se a orientação do Tema 1.016/STJ no sentido de que ele é, em tese, válido quando haja previsão contratual, observância das normas da ANS (como a RN 63/2003) e ausência de percentuais desarrazoados ou aleatórios que impliquem onerosidade excessiva ou discriminação, tendo o acórdão recorrido, com base nas circunstâncias do caso concreto, reputado abusivo o percentual de 73,24% na última faixa etária. 5. A avaliação da onerosidade excessiva e do caráter discriminatório do reajuste de 73,24% para 59 anos ou mais, inclusive com comparação a dados de mercado e ao "Painel de Precificação da ANS", constitui juízo eminentemente fático, insuscetível de revisão em recurso especial. 6. Em relação à substituição do reajuste por sinistralidade pelos índices anuais da ANS para planos individuais, ressaltou-se que, embora a jurisprudência do STJ afirme a inaplicabilidade direta desses índices aos planos coletivos, a utilização, no caso concreto, desses parâmetros como balizador mínimo para coibir onerosidade excessiva decorreu de valoração das provas e da omissão das rés em comprovar a adequação atuarial do reajuste, circunstância que não pode ser revista nesta instância especial em razão da Súmula 7/STJ. 7. Assentou-se que a solução ideal, em tese, quando reconhecida a natureza abusiva do reajuste em plano coletivo, é a apuração, em liquidação de sentença, de índice adequado mediante perícia atuarial, de forma a restabelecer o equilíbrio econômico-financeiro do contrato; todavia, a modificação da solução adotada no acórdão recorrido, que optou pela referência aos índices da ANS para planos individuais, demandaria reexame do contexto probatório e da condução da atividade instrutória, o que é vedado.” A transcrição é literal e vem do espelho 959515, publicado pelo tribunal em 22 de maio de 2026; o comentário próprio fica em bloco separado.

**Atribuição:** Rafael Toledo · A fundamentação do REsp 2.105.235, no texto oficial da ementa

- **Âncoras documentais:** superior
- **SHA-256 do HTML autoral:** 7df0c292429b0c55554490aa26f2b58a71d8fd078b37a0001e71faaa489050ac
- **SHA-256 do registro documental:** 3037c9dbef8e7fff9207d22a2ea6d3055211726563804f8c5fce37db7c2818a1
- **Campo da fonte:** ` /ementa `
- [Documentos ligados a esta página](https://wikijuridica.com.br/casos/contexto/?pagina=%2Fjurisprudencia%2Fstj-resp-2105235%2F)


## Comentário de Rafael Toledo

Análise autoral de leitura documental, separada do teor oficial.

Neste registro, o processo 2105235 no STJ está identificado por “RECURSO ESPECIAL”. Esse é o dado documental disponível para orientar a leitura. O campo de assunto não está informado nesta representação, de modo que não o completo por aproximação com outros processos.

O órgão indicado é “QUARTA TURMA”. Esse vínculo permite localizar a unidade registrada e acompanhar seus atos. A identificação do órgão não informa, por si, o conteúdo de uma decisão ou o acolhimento de um pedido.

Neste acórdão, a análise deve relacionar a ementa ao dispositivo preservado. A ementa apresenta a questão e a fundamentação resumida; o dispositivo registra a deliberação textual. Uma expressão retirada de um deles não substitui a leitura conjunta do documento.

O registro disponível não contém o inteiro teor do voto. Por isso, este comentário se limita à organização da fonte publicada; argumentos, fatos ou ressalvas ausentes não são reconstruídos como se fossem afirmações do tribunal.

[Fonte oficial que sustenta este comentário](<https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/bab65848-f287-4146-8273-e58faee39ad2/resource/7e06b3f3-b147-4cf0-83f0-2def49fdba80/download/20260531.json>)

- **Autoria do comentário:** Rafael Toledo
- **Versão do produtor:** 2026-10-22.1
- **SHA-256 da fonte:** 3037c9dbef8e7fff9207d22a2ea6d3055211726563804f8c5fce37db7c2818a1
- **SHA-256 do comentário:** 08e4dc4a3d5238b9ce55494f8e88ae87a2b5fb4d78ccc59fe60ed67e58250a04
