# Registro público: STJ — 1973740

- **Origem:** stj
- **Órgão:** PRIMEIRA SEÇÃO
- **Classe:** AGRAVO INTERNO NOS EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA EM AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL
- **Grau:** 
- **Data de julgamento:** 2026-05-13
- **Publicação:** 2026-05-18
- **Ajuizamento:** 
- **Página canônica da Wiki Jurídica:** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/133517/
- **Registro público da fonte (JSON):** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/133517.json
- **Fonte primária preservada:** STJ, dados abertos de acórdãos
- **SHA-256 da fonte preservada:** f176ff8b334f9a099257c45bdd80eb9c9ce130e24c3fe5a96157c8aa307d9cd1

## Origem do registro no STJ

[Conjunto de dados oficial do STJ](<https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/a96a175b-a54b-4bfd-82b8-fcd7cc0200bc/resource/790df31a-fffd-4597-856c-dc0fe120fd74/download/20260531.json>)
- **Identificador na fonte:** 959373
- **Número de registro na fonte:** 202102704590
- **Coleta informada no registro:** 2026-09-17T12:41:58Z

## Questão jurídica conforme a ementa oficial

PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO CIVIL. IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. LICENÇA AMBIENTAL. EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA. RECURSO ESPECIAL NÃO ANALISADO. INCABÍVEIS OS EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA. SÚMULA N. 315/STJ. AUSÊNCIA DE SIMILITUDE FÁTICO-JURÍDICA ENTRE ACÓRDÃOS. DESPROVIMENTO DO AGRAVO INTERNO. MANUTENÇÃO DA DECISÃO RECORRIDA. I - Na origem, trata-se de ação de improbidade administrativa. Na sentença o pedido foi julgado procedente. No Tribunal a quo, a sentença foi mantida. Nesta Corte, não se conheceu do agravo em recurso especial. II - Verifica-se que o acórdão embargado, integralizado pelos aclaratórios subsequentes, concluiu pela impossibilidade de se a…

**Origem:** transcrição do STJ, sem tese jurídica inferida.

## Ementa

PROCESSUAL CIVIL. AÇÃO CIVIL. IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. LICENÇA AMBIENTAL.
 EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA. RECURSO ESPECIAL NÃO ANALISADO. INCABÍVEIS OS EMBARGOS
 DE DIVERGÊNCIA. SÚMULA N. 315/STJ. AUSÊNCIA DE SIMILITUDE FÁTICO-JURÍDICA ENTRE
 ACÓRDÃOS. DESPROVIMENTO DO AGRAVO INTERNO. MANUTENÇÃO DA DECISÃO RECORRIDA.
 I - Na origem, trata-se de ação de improbidade administrativa. Na sentença o
 pedido foi julgado procedente. No Tribunal a quo, a sentença foi mantida. Nesta
 Corte, não se conheceu do agravo em recurso especial.
 II - Verifica-se que o acórdão embargado, integralizado pelos aclaratórios
 subsequentes, concluiu pela impossibilidade de se analisar o mérito do especial
 ante o óbice imposto pela Súmula n. 182/STJ ao conhecimento do agravo em recurso
 especial. Nesta perspectiva, imperiosa a aplicação do verbete sumular n.
 315/STJ.
 III - Portanto, não conhecido o recurso especial porque nem sequer ultrapassada
 a barreira do conhecimento pelo agravo em recurso especial, ante o óbice imposto
 pela Súmula n. 182/STJ, tem-se que incabíveis os presentes embargos de
 divergência, visto que, mais uma vez, não examinado o mérito do especial. Nesse
 sentido: AgInt nos EAREsp n. 2.398.046/SP, relator Ministro Herman Benjamin,
 Corte Especial, julgado em 7/8/2024, DJe de 21/8/2024; AgInt nos EAREsp n.
 2.319.965/BA, relator Ministro Francisco Falcão, Corte Especial, julgado em
 13/8/2024, DJe de 16/8/2024; AgInt nos EDv nos EAREsp n. 1.588.493/RJ, relator
 Ministro Mauro Campbell Marques, Primeira Seção, julgado em 1/6/2021, DJe de
 8/6/2021.
 IV - Ainda, não há similitude fático-jurídica entre os casos confrontados, posto
 que, em um, houve condenação por ato ímprobo doloso enquanto, no outro, o ato de
 improbidade administrativa foi praticado na modalidade culposa.
 V - Frise-se que, para admissão dos embargos de divergência, recurso de
 fundamentação vinculada destinado a solucionar divergência interna entre os
 órgãos julgadores desta Corte Superior sobre teses eminentemente jurídicas, é
 necessário que as questões fáticas e jurídicas sejam idênticas, o que não ocorre
 no caso em exame, impedindo, assim, o seu conhecimento ante a não comprovação da
 divergência alegada. Precedentes: AgInt nos EDcl nos EREsp n. 1.377.703/GO,
 relator Ministro Paulo Sérgio Domingues, Primeira Seção, julgado em 17/12/2024,
 DJEN de 20/12/2024; AgInt no AgInt nos EREsp n. 1.321.490/RJ, relatora Ministra
 Maria Thereza de Assis Moura, Primeira Seção, julgado em 3/12/2024, DJEN de
 10/12/2024.
 VI - Agravo interno improvido.

## Dispositivo / resultado textual

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os
 Ministros da PRIMEIRA SEÇÃO do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual
 de 07/05/2026 a 13/05/2026, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos
 termos do voto do Sr. Ministro Relator.
 Os Srs. Ministros Maria Thereza de Assis Moura, Benedito Gonçalves, Marco
 Aurélio Bellizze, Sérgio Kukina, Regina Helena Costa, Paulo Sérgio Domingues,
 Teodoro Silva Santos e Afrânio Vilela votaram com o Sr. Ministro Relator.
 Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Gurgel de Faria.

## Referências extraídas



**Limite documental:** Recortes literais da ementa, dispositivo e referências do STJ. Não substituem o voto ou inteiro teor ausente, nem constituem tese autoral.


## Navegação contextual


**Nota:** processos com a mesma classificação ou norma podem ter fatos, fundamentos e desfechos divergentes. Ato/andamento não prova vitória, derrota ou trânsito em julgado.

## Relações com outros documentos

As relações com outros casos e textos estão temporariamente indisponíveis. A consulta não foi concluída; isso não significa que não existam relações.

## Comentário de Rafael Toledo

Análise autoral de leitura documental, separada do teor oficial.

Neste registro, o processo 1973740 no STJ está identificado por “AGRAVO INTERNO NOS EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA EM AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL”. Esse é o dado documental disponível para orientar a leitura. O campo de assunto não está informado nesta representação, de modo que não o completo por aproximação com outros processos.

O órgão indicado é “PRIMEIRA SEÇÃO”. Esse vínculo permite localizar a unidade registrada e acompanhar seus atos. A identificação do órgão não informa, por si, o conteúdo de uma decisão ou o acolhimento de um pedido.

Neste acórdão, a análise deve relacionar a ementa ao dispositivo preservado. A ementa apresenta a questão e a fundamentação resumida; o dispositivo registra a deliberação textual. Uma expressão retirada de um deles não substitui a leitura conjunta do documento.

O registro disponível não contém o inteiro teor do voto. Por isso, este comentário se limita à organização da fonte publicada; argumentos, fatos ou ressalvas ausentes não são reconstruídos como se fossem afirmações do tribunal.

[Fonte oficial que sustenta este comentário](<https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/a96a175b-a54b-4bfd-82b8-fcd7cc0200bc/resource/790df31a-fffd-4597-856c-dc0fe120fd74/download/20260531.json>)

- **Autoria do comentário:** Rafael Toledo
- **Versão do produtor:** 2026-10-22.1
- **SHA-256 da fonte:** f176ff8b334f9a099257c45bdd80eb9c9ce130e24c3fe5a96157c8aa307d9cd1
- **SHA-256 do comentário:** 06519e0bf5fe32168dc5b3c7f3ce9ef01d8cf776df3629733cdca1794b55309f
