{"schema":"wiki.casos-public-original.v1","id":133541,"origem":"stj","sha256_origem":"9592b2919f8bfe9e809afc77188e531911ca6b9c8bfa9009b174f16827d8488e","registro_original":{"id_fonte":"959397","tribunal":"STJ","orgao_julgador":"PRIMEIRA SEÇÃO","classe":"AgInt na Rcl","classe_descricao":"AGRAVO INTERNO NA RECLAMAÇÃO","numero_processo":"50452","numero_registro":"202504692728","relator":"SÉRGIO KUKINA","data_julgamento":"2026-05-13","data_publicacao":"2026-05-19","tipo_decisao":"ACÓRDÃO","ementa":"PROCESSUAL CIVIL. ADMINISTRATIVO. AGRAVO INTERNO NA RECLAMAÇÃO INTERPOSTA CONTRA\n ACÓRDÃO DE TURMA RECURSAL. UTILIZAÇÃO COMO SUCEDÂNEO RECURSAL. ADEQUAÇÃO DO\n JULGADO IMPUGNADO À JURISPRUDÊNCIA DO STJ. PRECEDENTE EM REPETITIVO. CONTROLE DA\n APLICAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE.\n 1. A jurisprudência deste Superior Tribunal orienta-se no sentido de que a\n reclamação constitucional \"não é a via adequada para preservar a jurisprudência\n do STJ, mesmo que firmada em recurso repetitivo, mas sim a autoridade de suas\n decisões tomadas no próprio caso concreto\" (AgRg na Rcl n. 25.299/SP, Relator\n Ministro Sérgio Kukina, Primeira Seção, DJe de 4/12/2015).\n 2. \"Não cabe reclamação no âmbito do Juizado Especial Federal, porquanto a Lei\n n. 10.259/2001 prevê o cabimento de pedido de uniformização de interpretação de\n lei federal quando houver divergência entre decisões sobre questões de direito\n material proferidas por Turmas Recursais na interpretação da lei\" (AgInt na Rcl\n n. 49.579/SP, Relatora Ministra Maria Thereza de Assis Moura, Primeira Seção,\n DJEN de 2/3/2026).\n 3. A jurisprudência do STJ é pacífica no sentido de que a reclamação não pode\n ser utilizada como sucedâneo recursal.\n 4. Agravo interno desprovido.","dispositivo":"Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os\n Ministros da PRIMEIRA SEÇÃO do Superior Tribunal de Justiça, em Sessão Virtual\n de 07/05/2026 a 13/05/2026, por unanimidade, negar provimento ao recurso, nos\n termos do voto do Sr. Ministro Relator.\n Os Srs. Ministros Regina Helena Costa, Paulo Sérgio Domingues, Teodoro Silva\n Santos, Afrânio Vilela, Francisco Falcão, Maria Thereza de Assis Moura, Benedito\n Gonçalves e Marco Aurélio Bellizze votaram com o Sr. Ministro Relator.\n Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Gurgel de Faria.","inteiro_teor":"","inteiro_teor_url":"","dispositivos_citados_urn":[],"sumulas_citadas":[],"referencias_legislativas_brutas":[],"jurisprudencia_citada":"","tema":"","fonte_url":"https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/a96a175b-a54b-4bfd-82b8-fcd7cc0200bc/resource/790df31a-fffd-4597-856c-dc0fe120fd74/download/20260531.json","coletado_em":"2026-09-17T12:41:58Z","sha256_conteudo":"6b4e6ab26f63e9cd68dfde1ecb3a4a153481ac5582461063f4223cf2e60036c1","base_legal":"Lei 9.610/98 art. 8o, IV; CPC art. 189; dataset STJ sob Creative Commons Atribuicao","nivel_sigilo":null},"registro_original_integral":true,"campos_identificadores_removidos":[],"formato_caminhos_removidos":"JSON Pointer"}
