{"schema":"wiki.casos-public-original.v1","id":145658,"origem":"stj","sha256_origem":"0d36ac6478e1617030cd6c1f216d446850fd2da7874f4b78abe7c97a81ccfd0c","registro_original":{"id_fonte":"960022","tribunal":"STJ","orgao_julgador":"CORTE ESPECIAL","classe":"AgInt nos EAREsp","classe_descricao":"AGRAVO INTERNO NOS EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA EM AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL","numero_processo":"3006852","numero_registro":"202502771934","relator":"OG FERNANDES","data_julgamento":"2026-05-26","data_publicacao":"2026-06-02","tipo_decisao":"ACÓRDÃO","ementa":"DIREITO PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NOS EMBARGOS DE\n DIVERGÊNCIA. INDEFERIMENTO LIMINAR. FALHA NA COMPROVAÇÃO DO\n DISSÍDIO. RECURSO ESPECIAL INTERPOSTO CONTRA DECISÃO MONOCRÁTICA.\n SÚMULA N. 281 DO STF. DESCABIMENTO DOS EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA.\n SÚMULA N. 315 DO STJ. RECURSO MANIFESTAMENTE INADMISSÍVEL. MULTA DO\n ART. 1.021, § 4º, DO CPC.\n 1. São inadmissíveis embargos de divergência quando a parte\n recorrente deixa de juntar, no momento da interposição do recurso, o\n inteiro teor do acórdão paradigma, nos termos dos arts. 1.043, §\n 4º, do CPC e 266, § 4º, do RISTJ, o que abrange, inclusive, a\n apresentação da respectiva certidão de julgamento.\n 2. Impossibilidade de correção posterior da falha, por se tratar de\n vício insanável, conforme esclarecido na decisão agravada, nos\n termos da pacífica jurisprudência.\n 3. No caso, não se conheceu do recurso especial por ter sido\n interposto contra decisão monocrática, o que atraiu o óbice da\n Súmula n. 281 do STF.\n 4. Nesse contexto, os embargos de divergência são manifestamente\n inadmissíveis, nos termos do entendimento consolidado na Súmula n.\n 315 do STJ.\n 5. Agravo interno improvido, com aplicação de multa.","dispositivo":"Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas,\n acordam os Ministros da CORTE ESPECIAL do Superior Tribunal de\n Justiça, em Sessão Virtual de 20/05/2026 a 26/05/2026, por\n unanimidade, negar provimento do recurso, com aplicação de multa,\n nos termos do voto do Sr. Ministro Relator.\n Os Srs. Ministros Luis Felipe Salomão, Mauro Campbell Marques,\n Benedito Gonçalves, Raul Araújo, Maria Isabel Gallotti, Antonio\n Carlos Ferreira, Ricardo Villas Bôas Cueva, Sebastião Reis Júnior,\n Francisco Falcão, João Otávio de Noronha, Humberto Martins e Maria\n Thereza de Assis Moura votaram com o Sr. Ministro Relator.\n Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Presidente do STJ.\n Não participou do julgamento a Sra. Ministra Nancy Andrighi.","inteiro_teor":"","inteiro_teor_url":"","dispositivos_citados_urn":[],"sumulas_citadas":[],"referencias_legislativas_brutas":[],"jurisprudencia_citada":"","tema":"","fonte_url":"https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/5ebbfe8a-05f3-4106-a160-794d91b740b8/resource/8516c860-3aad-4322-823b-4a1bc63991fe/download/20260630.json","coletado_em":"2026-09-18T12:46:26Z","sha256_conteudo":"b6f09d7307766ca789753f513a83294e1d0461c9715e56a1eca5f9ed01842a75","base_legal":"Lei 9.610/98 art. 8o, IV; CPC art. 189; dataset STJ sob Creative Commons Atribuicao","nivel_sigilo":null}}
