{"schema":"wiki.casos-public-original.v1","id":165366,"origem":"stj","sha256_origem":"a309d64a32c2e5b99e4d93d2cc1ba7dbd8d2ac7e3959a86290b9e114a01509d6","registro_original":{"id_fonte":"1464557","tribunal":"STJ","orgao_julgador":"SEXTA TURMA","classe":"AgRg no AREsp","classe_descricao":"AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL","numero_processo":"3051764","numero_registro":"202503622769","relator":"ROGERIO SCHIETTI","data_julgamento":"2026-08-18","data_publicacao":"2026-08-25","tipo_decisao":"ACÓRDÃO","ementa":"AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. FUNDAMENTO DA\n DECISÃO ATACADA NÃO COMBATIDO. PRINCÍPIO DA DIALETICIDADE.\n 1. Verificado que o agravante se restringiu a reiterar as razões\n expostas no recurso especial, sem refutar o fundamento da decisão\n agravada (Súmula n. 284 do STF), incide o enunciado sumular n. 182\n do STJ.\n 2. O princípio da dialeticidade impõe à parte a demonstração\n específica do desacerto das razões lançadas na decisão atacada, sob\n pena de não conhecimento do recurso.\n 3. Agravo regimental não conhecido.","dispositivo":"Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas,\n acordam os Ministros da Sexta Turma, por unanimidade, não conhecer\n do agravo regimental, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator.\n Os Srs. Ministros Carlos Pires Brandão, Nilsoni de Freitas\n (Desembargadora Convocada do TJDFT), Og Fernandes e Sebastião Reis\n Júnior votaram com o Sr. Ministro Relator.","inteiro_teor":"","inteiro_teor_url":"","dispositivos_citados_urn":[],"sumulas_citadas":[],"referencias_legislativas_brutas":[],"jurisprudencia_citada":"","tema":"","fonte_url":"https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/3e51dda9-0d9c-418e-9423-79284d6c9a9b/resource/94c4e314-91f3-470c-8f8b-d1914303ca16/download/20260831.json","coletado_em":"2026-09-19T12:58:02Z","sha256_conteudo":"4e56e1906aabcb75ed32702c6d0c9b420dbc9e368aab145f34dd1d2d3bd8aa56","base_legal":"Lei 9.610/98 art. 8o, IV; CPC art. 189; dataset STJ sob Creative Commons Atribuicao","nivel_sigilo":null}}
