# Registro público: STJ — 1977897

- **Origem:** stj
- **Órgão:** SEXTA TURMA
- **Classe:** RECURSO ESPECIAL
- **Grau:** 
- **Data de julgamento:** 2024-09-10
- **Publicação:** 2024-09-13
- **Ajuizamento:** 
- **Página canônica da Wiki Jurídica:** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/71026/
- **Registro público da fonte (JSON):** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/71026.json
- **Fonte primária preservada:** STJ, dados abertos de acórdãos
- **SHA-256 da fonte preservada:** 11663c089faf2adf37dbda9aa112b57390801384b61e6eb6962755afa98e2222

## Questão jurídica conforme a ementa oficial

RECURSO ESPECIAL E AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. DIREITO PENAL MILITAR
E DIREITO PROCESSUAL PENAL MILITAR. CONCUSSÃO EM SERVIÇO (EDEVALDO)
E CONTRABANDO DE CIGARROS (WELITON). RECURSO ESPECIAL DE WELITON.
VIOLAÇÃO DOS ARTS. 212, CAPUT E PARÁGRAFO ÚNICO, DO CPP; 311 E 312,
AMBOS DO CPPM; 1º E 334-A, AMBOS DO CP; E 102 DO CPM. ALEGAÇÃO DE
NULIDADE DO DEPOIMENTO DAS TESTEMUNHAS DE ACUSAÇÃO POR CONTA DO
MAGISTRADO TER INICIADO AS PERGUNTAS. TESE DE VIOLAÇÃO AO SISTEMA
ACUSATÓRIO VIGENTE. NÃO OCORRÊNCIA. IDÔNEA APLICAÇÃO DO VIGENTE ART.
418 DO CPPM. INVIABILIDADE DE APLICABILIDADE SUBISIDIÁRIA DO CPM
DIANTE DA EXPRESSA PREVISÃO LEGAL. ART. 3º DO CPPM. VIOLAÇÃO DOS
ARTS. 1º E 334-A, AMBOS DO CP. CARÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO QUE PERMITA
A EXATA COMPREENSÃO DA CONTROVÉRSIA. SÚMULA 284/STF. PLEITO DE
DECOTE DA PENA DE PERDA DO CARGO. PROVIMENTO. EFEITO NÃO AUTOMÁTICO
DA CONDENAÇÃO. JURISPRUDÊNCIA DO STJ. AUSÊNCIA DE PROCEDIMENTO
ESPECÍFICO PELO TRIBUNAL COMPETENTE, NOS TERMOS DO ART. 125, § 4º,
DA CF. EXTENSÃO DE EFEITOS DA DECISÃO AO CORRÉU. AGRAVO EM RECURSO
ESPECIAL DE EDEVALDO. IMPUGNAÇÃO DEFICIENTE DA DECISÃO DE INADMISSÃO
NA ORIGEM. INOBSERVÂNCIA DO COMANDO LEGAL INSERTO NOS ARTS. 932,
III, DO CPC/2015, E 253, PARÁGRAFO ÚNICO, I, DO RISTJ.

**Origem:** transcrição do STJ, sem tese jurídica inferida.

## Fundamentos documentados nos itens da ementa

- **Item 1 (texto oficial):** Recurso especial de Weliton. Quanto à aludida tese da nulidade do
depoimento das testemunhas de acusação por conta de o magistrado
ter iniciado as perguntas ? violação ao sistema acusatório vigente,
extrai-se do voto condutor do combatido aresto os seguintes
fundamentos (fls. 902/903):
Diversamente do que pondera a defesa, a inquirição das testemunhas
guardou estrita observância à norma aplicável ao processo penal
militar, qual seja o artigo 418 do Código de Processo Penal Militar.
[...] Tem-se que a norma preceituada no art. 418 do Código de
Processo Penal Militar é taxativa em regulamentar o sistema
presidencialista de inquirição, no qual o Juiz auditor pode inquirir
diretamente as testemunhas, exercendo ainda a função de intermediar
os questionamentos realizados pelos Juízes militares, procuradores,
assistentes e advogados das partes. [...], considerando tratar- se
de delitos militares, não há que se falar em aplicação subsidiária
do artigo 212 do Código Penal.
- **Item 2 (texto oficial):** O fundamento aplicado pela Corte de origem não merece reparos,
haja vista a Lei n. 11.690/2008 que alterou a redação do art. 212 do
Código de Processo Penal não ter alterado a redação do art. 418 do
Código de Processo Penal Militar. Não há ilegalidade na adoção do
sistema presidencialista de inquirição de testemunhas pela Justiça
castrense.
- **Item 3 (texto oficial):** Houve estrita observância à regra insculpida no art. 418 do
Código de Processo Penal Militar, o qual, encontra-se válido e
regulamenta o sistema presidencialista de inquirição, em que o Juiz
auditor pode inquirir, diretamente, as Testemunhas, exercendo,
ainda, a função de intermediar os questionamentos realizados pelos
Juízes Militares, procuradores, assistentes e advogados das partes,
não havendo, notadamente diante da existência de comando expresso,
falar em aplicação subsidiária do Código de Processo Penal.
- **Item 4 (texto oficial):** Havendo regulamentação expressa no Código de Processo Penal
Militar, relativa ao poder de inquirição do Juiz auditor, inviável a
aplicabilidade subsidiária do Código de Processo Penal, haja vista
a exegese do art. 3º do CPPM, que disciplina que somente os casos
omissos devem ser supridos pela legislação de processo penal comum.
- **Item 5 (texto oficial):** Ainda que assim não o fosse, segundo a jurisprudência desta
Corte, continua sendo possível ao magistrado indagar as testemunhas
durante a instrução, diante do impulso oficial do processo. Com
efeito, a jurisprudência desta Corte de Justiça, no sentido de que a
inquirição das testemunhas pelo Juiz, antes que seja oportunizada
às partes a formulação das perguntas, com a inversão da ordem
prevista no art. 212 do Código de Processo Penal, constitui nulidade
relativa, que exige a demonstração do efetivo prejuízo, conforme o
disposto no art. 563 do mesmo Estatuto, para que seja alcançada a
anulação do ato (AgRg no RHC n. 148.274/SC, Rel. Ministra LAURITA
VAZ, Sexta Turma, julgado em 15/6/2021, DJe 25/6/2021) - (AgRg no HC
n. 787.903/SP, Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma,
DJe de 19/12/2022).
- **Item 6 (texto oficial):** No que se refere à violação dos arts. 1º e 334-A, ambos do CPP,
diante da carência de devida fundamentação, a qual não permite a
compreensão de como os dispositivos infraconstitucionais citados
foram violados, deve incidir o óbice da Súmula 284/STF, que impede o
conhecimento do recurso especial.
- **Item 7 (texto oficial):** Em relação à violação do art. 102 do CPM o Tribunal de origem
apresentou os seguintes fundamentos (fls. 941/944): a norma inscrita
no art.
102 do Código Penal Militar, que prevê, como pena acessória, a
exclusão da praça quando a esta fora imposta sanção privativa de
liberdade, por tempo superior a 02 anos, não mais subsiste em face,
precisamente, da cláusula fundada no § 4º do art. 125 da
Constituição Federal, que torna exigível decisão do Tribunal
competente, a ser proferida em processo específico. [...],
considerando o caso dos autos, em que os condenados integram o
círculo de praças da Polícia Militar Estadual, concluo que a
exclusão dos quadros da instituição é efeito automático da própria
sentença penal condenatória, sendo de rigor a manutenção.
- **Item 8 (texto oficial):** Para a jurisprudência desta Corte Superior, a perda do cargo não
é efeito automático da decisão. A propósito: [...] De acordo com a
pacífica jurisprudência desta Corte Superior, a perda do cargo não é
efeito automático da condenação e depende de fundamentação
específica na sentença (AgRg no AREsp n. 2.390.294/MG, Ministro
Ribeiro Dantas, Quinta Turma, DJe 15/2/2024).
- **Item 9 (texto oficial):** O procedimento adotado não seguiu a liturgia necessária para tal
disposição condenatória, porquanto, ainda que as penas privativas de
liberdade tenham ficado em patamares superiores a 2 anos de
reclusão, tem-se que a perda da graduação de praça da corporação
somente pode ser decretada por decisão do tribunal competente,
devidamente fundamentada e mediante procedimento específico, nos
termos do art. 125, § 4º, da Constituição Federal, o que não se
verifica na hipótese dos autos.
Dessa forma, impõe-se o decote da referida pena acessória, com
extensão efeitos ao corréu.
- **Item 10 (texto oficial):** Quanto ao agravo em recurso especial de Edevaldo, não há o
preenchimento dos requisitos de admissibilidade, haja vista, no caso
dos autos, o agravante não ter impugnado, de forma suficiente, o
fundamento da decisão de inadmissão.
- **Item 11 (texto oficial):** Recurso especial de Weliton Arce Espíndola parcialmente
conhecido e, nessa extensão, provido, em parte, com extensão de
efeitos ao corréu.
Agravo em recurso especial de Edevaldo Aleixo Marques Fontes não
conhecido.

## Ementa

RECURSO ESPECIAL E AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. DIREITO PENAL MILITAR
E DIREITO PROCESSUAL PENAL MILITAR. CONCUSSÃO EM SERVIÇO (EDEVALDO)
E CONTRABANDO DE CIGARROS (WELITON). RECURSO ESPECIAL DE WELITON.
VIOLAÇÃO DOS ARTS. 212, CAPUT E PARÁGRAFO ÚNICO, DO CPP; 311 E 312,
AMBOS DO CPPM; 1º E 334-A, AMBOS DO CP; E 102 DO CPM. ALEGAÇÃO DE
NULIDADE DO DEPOIMENTO DAS TESTEMUNHAS DE ACUSAÇÃO POR CONTA DO
MAGISTRADO TER INICIADO AS PERGUNTAS. TESE DE VIOLAÇÃO AO SISTEMA
ACUSATÓRIO VIGENTE. NÃO OCORRÊNCIA. IDÔNEA APLICAÇÃO DO VIGENTE ART.
418 DO CPPM. INVIABILIDADE DE APLICABILIDADE SUBISIDIÁRIA DO CPM
DIANTE DA EXPRESSA PREVISÃO LEGAL. ART. 3º DO CPPM. VIOLAÇÃO DOS
ARTS. 1º E 334-A, AMBOS DO CP. CARÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO QUE PERMITA
A EXATA COMPREENSÃO DA CONTROVÉRSIA. SÚMULA 284/STF. PLEITO DE
DECOTE DA PENA DE PERDA DO CARGO. PROVIMENTO. EFEITO NÃO AUTOMÁTICO
DA CONDENAÇÃO. JURISPRUDÊNCIA DO STJ. AUSÊNCIA DE PROCEDIMENTO
ESPECÍFICO PELO TRIBUNAL COMPETENTE, NOS TERMOS DO ART. 125, § 4º,
DA CF. EXTENSÃO DE EFEITOS DA DECISÃO AO CORRÉU. AGRAVO EM RECURSO
ESPECIAL DE EDEVALDO. IMPUGNAÇÃO DEFICIENTE DA DECISÃO DE INADMISSÃO
NA ORIGEM. INOBSERVÂNCIA DO COMANDO LEGAL INSERTO NOS ARTS. 932,
III, DO CPC/2015, E 253, PARÁGRAFO ÚNICO, I, DO RISTJ.
1. Recurso especial de Weliton. Quanto à aludida tese da nulidade do
depoimento das testemunhas de acusação por conta de o magistrado
ter iniciado as perguntas ? violação ao sistema acusatório vigente,
extrai-se do voto condutor do combatido aresto os seguintes
fundamentos (fls. 902/903):
Diversamente do que pondera a defesa, a inquirição das testemunhas
guardou estrita observância à norma aplicável ao processo penal
militar, qual seja o artigo 418 do Código de Processo Penal Militar.
[...] Tem-se que a norma preceituada no art. 418 do Código de
Processo Penal Militar é taxativa em regulamentar o sistema
presidencialista de inquirição, no qual o Juiz auditor pode inquirir
diretamente as testemunhas, exercendo ainda a função de intermediar
os questionamentos realizados pelos Juízes militares, procuradores,
assistentes e advogados das partes. [...], considerando tratar- se
de delitos militares, não há que se falar em aplicação subsidiária
do artigo 212 do Código Penal.
2. O fundamento aplicado pela Corte de origem não merece reparos,
haja vista a Lei n. 11.690/2008 que alterou a redação do art. 212 do
Código de Processo Penal não ter alterado a redação do art. 418 do
Código de Processo Penal Militar. Não há ilegalidade na adoção do
sistema presidencialista de inquirição de testemunhas pela Justiça
castrense.
3. Houve estrita observância à regra insculpida no art. 418 do
Código de Processo Penal Militar, o qual, encontra-se válido e
regulamenta o sistema presidencialista de inquirição, em que o Juiz
auditor pode inquirir, diretamente, as Testemunhas, exercendo,
ainda, a função de intermediar os questionamentos realizados pelos
Juízes Militares, procuradores, assistentes e advogados das partes,
não havendo, notadamente diante da existência de comando expresso,
falar em aplicação subsidiária do Código de Processo Penal.
4. Havendo regulamentação expressa no Código de Processo Penal
Militar, relativa ao poder de inquirição do Juiz auditor, inviável a
aplicabilidade subsidiária do Código de Processo Penal, haja vista
a exegese do art. 3º do CPPM, que disciplina que somente os casos
omissos devem ser supridos pela legislação de processo penal comum.
5. Ainda que assim não o fosse, segundo a jurisprudência desta
Corte, continua sendo possível ao magistrado indagar as testemunhas
durante a instrução, diante do impulso oficial do processo. Com
efeito, a jurisprudência desta Corte de Justiça, no sentido de que a
inquirição das testemunhas pelo Juiz, antes que seja oportunizada
às partes a formulação das perguntas, com a inversão da ordem
prevista no art. 212 do Código de Processo Penal, constitui nulidade
relativa, que exige a demonstração do efetivo prejuízo, conforme o
disposto no art. 563 do mesmo Estatuto, para que seja alcançada a
anulação do ato (AgRg no RHC n. 148.274/SC, Rel. Ministra LAURITA
VAZ, Sexta Turma, julgado em 15/6/2021, DJe 25/6/2021) - (AgRg no HC
n. 787.903/SP, Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma,
DJe de 19/12/2022).
6. No que se refere à violação dos arts. 1º e 334-A, ambos do CPP,
diante da carência de devida fundamentação, a qual não permite a
compreensão de como os dispositivos infraconstitucionais citados
foram violados, deve incidir o óbice da Súmula 284/STF, que impede o
conhecimento do recurso especial.
7. Em relação à violação do art. 102 do CPM o Tribunal de origem
apresentou os seguintes fundamentos (fls. 941/944): a norma inscrita
no art.
102 do Código Penal Militar, que prevê, como pena acessória, a
exclusão da praça quando a esta fora imposta sanção privativa de
liberdade, por tempo superior a 02 anos, não mais subsiste em face,
precisamente, da cláusula fundada no § 4º do art. 125 da
Constituição Federal, que torna exigível decisão do Tribunal
competente, a ser proferida em processo específico. [...],
considerando o caso dos autos, em que os condenados integram o
círculo de praças da Polícia Militar Estadual, concluo que a
exclusão dos quadros da instituição é efeito automático da própria
sentença penal condenatória, sendo de rigor a manutenção.
8. Para a jurisprudência desta Corte Superior, a perda do cargo não
é efeito automático da decisão. A propósito: [...] De acordo com a
pacífica jurisprudência desta Corte Superior, a perda do cargo não é
efeito automático da condenação e depende de fundamentação
específica na sentença (AgRg no AREsp n. 2.390.294/MG, Ministro
Ribeiro Dantas, Quinta Turma, DJe 15/2/2024).
9. O procedimento adotado não seguiu a liturgia necessária para tal
disposição condenatória, porquanto, ainda que as penas privativas de
liberdade tenham ficado em patamares superiores a 2 anos de
reclusão, tem-se que a perda da graduação de praça da corporação
somente pode ser decretada por decisão do tribunal competente,
devidamente fundamentada e mediante procedimento específico, nos
termos do art. 125, § 4º, da Constituição Federal, o que não se
verifica na hipótese dos autos.
Dessa forma, impõe-se o decote da referida pena acessória, com
extensão efeitos ao corréu.
10. Quanto ao agravo em recurso especial de Edevaldo, não há o
preenchimento dos requisitos de admissibilidade, haja vista, no caso
dos autos, o agravante não ter impugnado, de forma suficiente, o
fundamento da decisão de inadmissão.
11. Recurso especial de Weliton Arce Espíndola parcialmente
conhecido e, nessa extensão, provido, em parte, com extensão de
efeitos ao corréu.
Agravo em recurso especial de Edevaldo Aleixo Marques Fontes não
conhecido.

## Dispositivo / resultado textual

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima
indicadas, acordam os Ministros da Turma, por unanimidade, conhecer
parcialmente do recurso especial de Weliton Arce Espíncola e, nessa
extensão, dar-lhe parcial provimento, com extensão de seus efeitos
ao corréu, e não conhecer do agravo em recurso especial de Edevaldo
Aleixo Marques Fontes, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator.
Os Srs. Ministros Rogerio Schietti Cruz e Otávio de Almeida Toledo
(Desembargador Convocado do TJSP) votaram com o Sr. Ministro
Relator.
Ausentes, justificadamente, os Srs. Ministros Og Fernandes e Antonio
Saldanha Palheiro.

## Referências extraídas

urn:lex:br:federal:constituicao:1988-10-05;1988!art125_par4, urn:lex:br:federal:decreto.lei:1941-10-03;3689!art212, urn:lex:br:federal:decreto.lei:1941-10-03;3689!art563

## Jurisprudência citada pela fonte STJ

(REGULAMENTAÇÃO PROCESSUAL EXPRESSA - APLICABILIDADE SUBSIDIÁRIA DE
LEGISLAÇÃO COMUM)
   STJ - <<EDcl no AgRg no AREsp 698614>>-SP,
         <<EDcl nos EDcl no AgRg no REsp 1531402>>-SP
(DEFICIÊNCIA DE FUNDAMENTAÇÃO - SÚMULA 284/STF)
   STJ - <<AgRg no AREsp 1740936>>-TO
(PERDA DO CARGO - EFEITO NÃO AUTOMÁTICO)
   STJ - <<AgRg no AREsp 2390294>>-MG
(INQUIRIÇÃO DE TESTEMUNHAS - INVERSÃO DA ORDEM - NULIDADE RELATIVA)
   STJ - <<AgRg no HC 787903>>-SP
(DECISÃO DE INADMISSÃO DO RECURSO ESPECIAL - DISPOSITIVO ÚNICO -
IMPUGNAÇÃO EM SUA INTEGRALIDADE)
   STJ - <<EAREsp 831326>>-SP, <<AgRg no AREsp 1234909>>-SP,
         <<EAREsp 701404>>-SC
(IMPUGNAÇÃO GENÉRICA)
   STJ - <<AgRg no AREsp 1157955>>-PE, <<AgRg no AREsp 97169>>-RJ

## Súmulas citadas

- STJ:7

## Referências legislativas textuais

- LEG:FED DEL:003689 ANO:1941
*****  CPP-41    CÓDIGO DE PROCESSO PENAL
        ART:00212 ART:00563
(ART. 212 COM A REDAÇÃO DADA PELA LEI 11.690/2008)
- LEG:FED LEI:011690 ANO:2008
- LEG:FED CFB:****** ANO:1988
*****  CF-1988    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988
        ART:00125 PAR:00004
- LEG:FED DEL:001002 ANO:1969
*****  CPPM-69    CÓDIGO DE PROCESSO PENAL MILITAR DE 1969
        ART:00003 ART:00418
- LEG:FED SUM:****** ANO:****
*****  SUM(STJ)    SÚMULA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
        SUM:000007

**Limite documental:** Recortes literais da ementa, dispositivo e referências do STJ. Não substituem o voto ou inteiro teor ausente, nem constituem tese autoral.


## Navegação contextual

- [Decisões que citam urn:lex:br:federal:constituicao:1988-10-05;1988!art125_par4](https://wikijuridica.com.br/casos/dispositivo/?urn=urn%3Alex%3Abr%3Afederal%3Aconstituicao%3A1988-10-05%3B1988%21art125_par4)
- [Decisões que citam urn:lex:br:federal:decreto.lei:1941-10-03;3689!art212](https://wikijuridica.com.br/casos/dispositivo/?urn=urn%3Alex%3Abr%3Afederal%3Adecreto.lei%3A1941-10-03%3B3689%21art212)
- [Decisões que citam urn:lex:br:federal:decreto.lei:1941-10-03;3689!art563](https://wikijuridica.com.br/casos/dispositivo/?urn=urn%3Alex%3Abr%3Afederal%3Adecreto.lei%3A1941-10-03%3B3689%21art563)

**Nota:** processos com a mesma classificação ou norma podem ter fatos, fundamentos e desfechos divergentes. Ato/andamento não prova vitória, derrota ou trânsito em julgado.

## Casos reais relacionados — semelhanças e diferenças documentais

Relações por códigos TPU ou URN LexML coincidentes. Diferenças de classificação, tribunal ou órgão não demonstram por si só interpretação jurídica contrária ou desfecho oposto.

- [STJ — 2702534](https://wikijuridica.com.br/casos/documento/111229/) — classe: AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL; referências coincidentes: urn:lex:br:federal:decreto.lei:1941-10-03;3689!art212, urn:lex:br:federal:decreto.lei:1941-10-03;3689!art563
  - Classe processual (atual / relacionado): RECURSO ESPECIAL / AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL
- [STJ — 2908758](https://wikijuridica.com.br/casos/documento/110789/) — classe: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL; referências coincidentes: urn:lex:br:federal:decreto.lei:1941-10-03;3689!art212, urn:lex:br:federal:decreto.lei:1941-10-03;3689!art563
  - Classe processual (atual / relacionado): RECURSO ESPECIAL / EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL
- [STJ — 2791130](https://wikijuridica.com.br/casos/documento/106799/) — classe: AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL; referências coincidentes: urn:lex:br:federal:decreto.lei:1941-10-03;3689!art212, urn:lex:br:federal:decreto.lei:1941-10-03;3689!art563
  - Classe processual (atual / relacionado): RECURSO ESPECIAL / AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL
