# Registro público: STJ — 932674

- **Origem:** stj
- **Órgão:** QUINTA TURMA
- **Classe:** AGRAVO REGIMENTAL NO HABEAS CORPUS
- **Grau:** 
- **Data de julgamento:** 2024-11-04
- **Publicação:** 2024-11-07
- **Ajuizamento:** 
- **Página canônica da Wiki Jurídica:** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/77153/
- **Registro público da fonte (JSON):** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/77153.json
- **Fonte primária preservada:** STJ, dados abertos de acórdãos
- **SHA-256 da fonte preservada:** a6ef4ba2457f9d7d7dac77b425cad680d7298f483c52ad56663db80c5dddcf91

## Questão jurídica conforme a ementa oficial

DIREITO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL. HABEAS CORPUS. ADULTERAÇÃO DE
SINAL IDENTIFICADOR DE VEÍCULO. AGRAVO DESPROVIDO.
I. Caso em exame1. Agravo regimental interposto contra decisão que
indeferiu liminarmente habeas corpus, sustentando a atipicidade da
conduta de conduzir veículo com sinal identificador adulterado antes
da vigência da Lei n. 14.562/2023. O réu foi condenado por
adulterar sinal identificador de motocicleta, não apenas por
conduzi-la.
II. Questão em discussão2. A questão em discussão consiste na
possibilidade de absolvição por alegada ausência de provas e
atipicidade da conduta antes da vigência da nova lei.
III. Razões de decidir3. O habeas corpus não é a via adequada para
reexame aprofundado de fatos e provas, sendo inviável para
desconstituir decisão das instâncias de origem.

**Origem:** transcrição do STJ, sem tese jurídica inferida.

## Fundamentos documentados nos itens da ementa

- **Item 4 (texto oficial):** As instâncias ordinárias constataram provas suficientes para a
condenação, sendo necessário revolvimento fático-probatório para
acolher a tese defensiva, o que é incompatível com o habeas corpus.
- **Item 5 (texto oficial):** A troca de placas configura adulteração de sinal identificador,
conforme art. 311 do Código Penal.
IV. Dispositivo e tese6. Agravo regimental desprovido.
Tese de julgamento:  1. O habeas corpus não admite dilação
probatória para reexame de fatos e provas. 2. A adulteração de sinal
identificador de veículo é típica, independentemente da vigência de
nova legislação.
Dispositivos relevantes citados:  RISTJ, art. 21, XIII; RISTJ, art.
210; CP, art. 311.Jurisprudência relevante citada:  STJ, AgRg no RHC
n. 198.668/MG, Min. Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma,
julgado em 1/7/2024; STJ, AgRg nos EDcl no REsp n. 1.908.093/PR,
Min. Laurita Vaz, Sexta Turma, julgado em 11/4/2023; STJ, AgRg no HC
n. 739.277/SC, Min. Jesuíno Rissato, Sexta Turma, julgado em
11/3/2024.

## Ementa

DIREITO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL. HABEAS CORPUS. ADULTERAÇÃO DE
SINAL IDENTIFICADOR DE VEÍCULO. AGRAVO DESPROVIDO.
I. Caso em exame1. Agravo regimental interposto contra decisão que
indeferiu liminarmente habeas corpus, sustentando a atipicidade da
conduta de conduzir veículo com sinal identificador adulterado antes
da vigência da Lei n. 14.562/2023. O réu foi condenado por
adulterar sinal identificador de motocicleta, não apenas por
conduzi-la.
II. Questão em discussão2. A questão em discussão consiste na
possibilidade de absolvição por alegada ausência de provas e
atipicidade da conduta antes da vigência da nova lei.
III. Razões de decidir3. O habeas corpus não é a via adequada para
reexame aprofundado de fatos e provas, sendo inviável para
desconstituir decisão das instâncias de origem.
4. As instâncias ordinárias constataram provas suficientes para a
condenação, sendo necessário revolvimento fático-probatório para
acolher a tese defensiva, o que é incompatível com o habeas corpus.
5. A troca de placas configura adulteração de sinal identificador,
conforme art. 311 do Código Penal.
IV. Dispositivo e tese6. Agravo regimental desprovido.
Tese de julgamento:  1. O habeas corpus não admite dilação
probatória para reexame de fatos e provas. 2. A adulteração de sinal
identificador de veículo é típica, independentemente da vigência de
nova legislação.
Dispositivos relevantes citados:  RISTJ, art. 21, XIII; RISTJ, art.
210; CP, art. 311.Jurisprudência relevante citada:  STJ, AgRg no RHC
n. 198.668/MG, Min. Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma,
julgado em 1/7/2024; STJ, AgRg nos EDcl no REsp n. 1.908.093/PR,
Min. Laurita Vaz, Sexta Turma, julgado em 11/4/2023; STJ, AgRg no HC
n. 739.277/SC, Min. Jesuíno Rissato, Sexta Turma, julgado em
11/3/2024.

## Dispositivo / resultado textual

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima
indicadas, acordam os Ministros da QUINTA TURMA, por unanimidade,
negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr. Ministro
Relator.
Os Srs. Ministros Reynaldo Soares da Fonseca, Joel Ilan Paciornik,
Messod Azulay Neto e Daniela Teixeira votaram com o Sr. Ministro
Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Messod Azulay Neto.

## Referências extraídas



**Limite documental:** Recortes literais da ementa, dispositivo e referências do STJ. Não substituem o voto ou inteiro teor ausente, nem constituem tese autoral.


## Navegação contextual


**Nota:** processos com a mesma classificação ou norma podem ter fatos, fundamentos e desfechos divergentes. Ato/andamento não prova vitória, derrota ou trânsito em julgado.
