# Registro público: STJ — 2682747

- **Origem:** stj
- **Órgão:** QUINTA TURMA
- **Classe:** AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL
- **Grau:** 
- **Data de julgamento:** 2025-02-18
- **Publicação:** 2025-02-26
- **Ajuizamento:** 
- **Página canônica da Wiki Jurídica:** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/88502/
- **Registro público da fonte (JSON):** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/88502.json
- **Fonte primária preservada:** STJ, dados abertos de acórdãos
- **SHA-256 da fonte preservada:** 8b831d518a18f574b8d2e7fcb5624ac9be48e75803812ad54dec9caee870ae7a

## Origem do registro no STJ

[Conjunto de dados oficial do STJ](<https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/b79a7764-5c86-4530-9b6b-18cf60e2f38f/resource/b6ed8c7b-3ec4-466d-9127-636d53b5fc26/download/20250331.json>)
- **Identificador na fonte:** 000901595
- **Número de registro na fonte:** 202402423350
- **Coleta informada no registro:** 2026-09-18T12:46:26Z

## Questão jurídica conforme a ementa oficial

DIREITO PROCESSUAL PENAL. AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO ESPECIAL.
DECISÃO MONOCRÁTICA. PRINCÍPIO DA COLEGIALIDADE. NULIDADE
PROCESSUAL. AUSÊNCIA DE DEFESA. COMPORTAMENTO CONTRADITÓRIO.
PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA. INVIABILIDADE DE REEXAME DE PROVAS.
AGRAVO IMPROVIDO.
I. Caso em exame1. Agravo regimental interposto contra decisão
monocrática que conheceu do agravo para não conhecer do recurso
especial, pela alegação de violação do princípio da colegialidade e
de que a revisão criminal não foi utilizada como uma segunda
apelação.
II. Questão em discussão2. A questão em discussão consiste em saber
se a decisão monocrática do Ministro Relator viola o princípio da
colegialidade e se a revisão criminal pode ser utilizada como uma
segunda apelação para reexame de provas.
III. Razões de decidir3. A decisão monocrática pelo Ministro Relator
não viola o princípio da colegialidade, conforme autorizado pelos
arts. 34, 253 e 255 do RISTJ e pelo art. 932 do CPC, além de estar
em sintonia com a Súmula 568/STJ.

**Origem:** transcrição do STJ, sem tese jurídica inferida.

## Fundamentos documentados nos itens da ementa

- **Item 4 (texto oficial):** A revisão criminal não pode ser utilizada como uma segunda
apelação para rediscutir amplamente o resultado do julgamento, sendo
medida excepcional apenas quando demonstrado erro evidente cometido
pelo Judiciário.
- **Item 5 (texto oficial):** A inversão do julgado demandaria o reexame do conjunto
fático-probatório dos autos, providência inviável nesta instância
especial, nos termos da Súmula 7/STJ.
IV. Dispositivo e tese6. Agravo regimental improvido.
Tese de julgamento:  "1. A decisão monocrática do Ministro Relator
não viola o princípio da colegialidade quando autorizada pelo
regimento interno e legislação processual. 2. A revisão criminal não
pode ser utilizada como uma segunda apelação para reexame de
provas, salvo em casos de erro evidente do Judiciário".
Dispositivos relevantes citados:  RISTJ, arts. 34, 253 e 255; CPC,
art. 932; Súmula 7/STJ; Súmula 568/STJ.Jurisprudência relevante
citada:  STJ, AgRg no HC 764.854/MS, Rel. Min. Sebastião Reis
Júnior, Sexta Turma, DJe 21.12.2022; STJ, AgRg no RHC 179.956/MT,
Rel. Min. Joel Ilan Paciornik, Quinta Turma, DJe 18.12.2023; STJ,
AgRg no HC 826.635/SP, Rel. Min. Jesuíno Rissato, Sexta Turma, DJe
26.10.2023; STJ, AgRg no AREsp 1.855.618/AC, Rel. Min. Joel Ilan
Paciornik, Quinta Turma, DJe 18.02.2022.

## Ementa

DIREITO PROCESSUAL PENAL. AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO ESPECIAL.
DECISÃO MONOCRÁTICA. PRINCÍPIO DA COLEGIALIDADE. NULIDADE
PROCESSUAL. AUSÊNCIA DE DEFESA. COMPORTAMENTO CONTRADITÓRIO.
PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA. INVIABILIDADE DE REEXAME DE PROVAS.
AGRAVO IMPROVIDO.
I. Caso em exame1. Agravo regimental interposto contra decisão
monocrática que conheceu do agravo para não conhecer do recurso
especial, pela alegação de violação do princípio da colegialidade e
de que a revisão criminal não foi utilizada como uma segunda
apelação.
II. Questão em discussão2. A questão em discussão consiste em saber
se a decisão monocrática do Ministro Relator viola o princípio da
colegialidade e se a revisão criminal pode ser utilizada como uma
segunda apelação para reexame de provas.
III. Razões de decidir3. A decisão monocrática pelo Ministro Relator
não viola o princípio da colegialidade, conforme autorizado pelos
arts. 34, 253 e 255 do RISTJ e pelo art. 932 do CPC, além de estar
em sintonia com a Súmula 568/STJ.
4. A revisão criminal não pode ser utilizada como uma segunda
apelação para rediscutir amplamente o resultado do julgamento, sendo
medida excepcional apenas quando demonstrado erro evidente cometido
pelo Judiciário.
5. A inversão do julgado demandaria o reexame do conjunto
fático-probatório dos autos, providência inviável nesta instância
especial, nos termos da Súmula 7/STJ.
IV. Dispositivo e tese6. Agravo regimental improvido.
Tese de julgamento:  "1. A decisão monocrática do Ministro Relator
não viola o princípio da colegialidade quando autorizada pelo
regimento interno e legislação processual. 2. A revisão criminal não
pode ser utilizada como uma segunda apelação para reexame de
provas, salvo em casos de erro evidente do Judiciário".
Dispositivos relevantes citados:  RISTJ, arts. 34, 253 e 255; CPC,
art. 932; Súmula 7/STJ; Súmula 568/STJ.Jurisprudência relevante
citada:  STJ, AgRg no HC 764.854/MS, Rel. Min. Sebastião Reis
Júnior, Sexta Turma, DJe 21.12.2022; STJ, AgRg no RHC 179.956/MT,
Rel. Min. Joel Ilan Paciornik, Quinta Turma, DJe 18.12.2023; STJ,
AgRg no HC 826.635/SP, Rel. Min. Jesuíno Rissato, Sexta Turma, DJe
26.10.2023; STJ, AgRg no AREsp 1.855.618/AC, Rel. Min. Joel Ilan
Paciornik, Quinta Turma, DJe 18.02.2022.

## Dispositivo / resultado textual

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima
indicadas, acordam os Ministros da Turma, por unanimidade, negar
provimento ao agravo regimental.
Os Srs. Ministros Reynaldo Soares da Fonseca, Joel Ilan Paciornik,
Messod Azulay Neto e Daniela Teixeira votaram com o Sr. Ministro
Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Messod Azulay Neto.

## Referências extraídas



**Limite documental:** Recortes literais da ementa, dispositivo e referências do STJ. Não substituem o voto ou inteiro teor ausente, nem constituem tese autoral.


## Navegação contextual


**Nota:** processos com a mesma classificação ou norma podem ter fatos, fundamentos e desfechos divergentes. Ato/andamento não prova vitória, derrota ou trânsito em julgado.

## Comentário de Rafael Toledo

Análise autoral de leitura documental, separada do teor oficial.

Neste registro, o processo 2682747 no STJ está identificado por “AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL”. Esse é o dado documental disponível para orientar a leitura. O campo de assunto não está informado nesta representação, de modo que não o completo por aproximação com outros processos.

O órgão indicado é “QUINTA TURMA”. Esse vínculo permite localizar a unidade registrada e acompanhar seus atos. A identificação do órgão não informa, por si, o conteúdo de uma decisão ou o acolhimento de um pedido.

Neste acórdão, a análise deve relacionar a ementa ao dispositivo preservado. A ementa apresenta a questão e a fundamentação resumida; o dispositivo registra a deliberação textual. Uma expressão retirada de um deles não substitui a leitura conjunta do documento.

O registro disponível não contém o inteiro teor do voto. Por isso, este comentário se limita à organização da fonte publicada; argumentos, fatos ou ressalvas ausentes não são reconstruídos como se fossem afirmações do tribunal.

[Fonte oficial que sustenta este comentário](<https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/b79a7764-5c86-4530-9b6b-18cf60e2f38f/resource/b6ed8c7b-3ec4-466d-9127-636d53b5fc26/download/20250331.json>)

- **Autoria do comentário:** Rafael Toledo
- **Versão do produtor:** 2026-10-22.1
- **SHA-256 da fonte:** 8b831d518a18f574b8d2e7fcb5624ac9be48e75803812ad54dec9caee870ae7a
- **SHA-256 do comentário:** d735c1195038c088a6e3ecb6f65163840f773bdc42a85c2ea9c1ed29ffe3778f
