# Registro público: STJ — 1958937

- **Origem:** stj
- **Órgão:** SEXTA TURMA
- **Classe:** AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL
- **Grau:** 
- **Data de julgamento:** 2025-03-26
- **Publicação:** 2025-03-31
- **Ajuizamento:** 
- **Página canônica da Wiki Jurídica:** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/93991/
- **Registro público da fonte (JSON):** https://wikijuridica.com.br/casos/documento/93991.json
- **Fonte primária preservada:** STJ, dados abertos de acórdãos
- **SHA-256 da fonte preservada:** 5a4ea9bd8eec5b92713497dfcff88b2e6320fe25800977ccea16501ee50b5519

## Origem do registro no STJ

[Conjunto de dados oficial do STJ](<https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/3e51dda9-0d9c-418e-9423-79284d6c9a9b/resource/3c3ab908-9ac6-4c83-befc-fc2a3fd17e0c/download/20250430.json>)
- **Identificador na fonte:** 000906365
- **Número de registro na fonte:** 202102864528
- **Coleta informada no registro:** 2026-09-19T12:58:02Z

## Questão jurídica conforme a ementa oficial

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. TRÁFICO DE DROGAS. NULIDADE
DAS INTERCEPTAÇÕES TELEFÔNICAS. INOCORRÊNCIA.  COOPERAÇÃO JURÍDICA
INTERNACIONAL. DESNECESSIDADE. COMUNICAÇÕES TELEFÔNICAS E
TELEMÁTICAS TRAVADAS EM SOLO NACIONAL. QUEBRA DA CADEIA DE CUSTÓDIA
DA PROVA DIGITAL. INOCORRÊNCIA. INEXISTÊNCIA DE INDÍCIOS QUE
COMPROMETAM A FIABILIDADE DOS DADOS ESTANQUES. TESE DE CRIME
IMPOSSÍVEL NÃO ANALISADA PELA CORTE A QUO. SÚMULA 282/STF. TESE DE
AUSÊNCIA DA PRÁTICA DE FATO TÍPICO PELA RECORRENTE. INVIAIBILIDADE
DE ACOLHIMENTO. SÚMULA 7/STJ. REVERSÃO DA CONCLUSÃO ACERCA DA
TRANSNACIONALIDADE DO DELITO. SÚMULA 7 DESTA CORTE. PERDIMENTO DE
BENS. ALEGAÇÃO DEFENSIVA DE QUE OS BENS SÃO DE ORIGEM LÍCITA.
REVERSÃO DA CONCLUSÃO OBTIDA PELAS INSTÂNCIAS DE ORIGEM. SÚMULA
7/STJ. AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO.

**Origem:** transcrição do STJ, sem tese jurídica inferida.

## Fundamentos documentados nos itens da ementa

- **Item 1 (texto oficial):** No caso dos autos, o pleito de deferimento das interceptações
fora precedido da elaboração de investigações preliminares
devidamente constantes dos autos, que indicavam, de forma
suficiente, a existência do fumus comissi delicti, e que permite
evidenciar que a interceptação, ao revés do que sustenta a
recorrente, não foi lastreada tão somente na existência de denúncias
anônimas que davam conta da atuação da agravante e de seus
comparsas.
- **Item 2 (texto oficial):** Conquanto a Defesa alegue ter sido afrontado o princípio da
subsidiariedade, certo é que a recorrente não evidenciou a
existência de meios investigativos alternativos à interceptação, não
se desincumbindo, como destaquei na decisão agravada, de ônus que
lhe incumbia. Precedentes.
- **Item 3 (texto oficial):** A decisão que autorizou - e que prorrogou - a interceptação fora
lastreada nos relatórios constantes dos autos, não havendo se falar
em ausência de fundamentação do decisum e, via de consequência, em
afronta ao disposto no art. 5º da Lei das Interceptações.
- **Item 4 (texto oficial):** Nos termos da jurisprudência deste Tribunal, não se exige
fundamentação exaustiva na decisão que autoriza a interceptação,
bastando que o Magistrado evidencie a existência dos requisitos
autorizadores da diligência. Do mesmo modo, nas decisões que
autorizam a prorrogação das interceptações, basta a manutenção dos
requisitos que autorizaram a interceptação originária.
- **Item 5 (texto oficial):** A pretensa violação ao art. 93, IX, da Constituição Federal é
impassível de ser conhecida por esta Corte, a quem não cabe a
interpretação de normas constitucionais, mas apenas da legislação
infraconstitucional, sendo, via de consequência, incabível a sua
cognição por intermédio do recurso especial.
- **Item 6 (texto oficial):** Nos termos da jurisprudência desta Corte Superior, "Não procede a
alegação de descabimento das provas dos autos, em razão de a parte
operacional da interceptação ter sido produzida em outro país, sem
observância das regras contidas no Tratado de Assistência Mútua em
matéria penal, firmado entre Brasil e Canadá. Isso porque, no caso,
as comunicações foram perpetradas em solo brasileiro, por intermédio
de operadoras de telefonia estabelecidas neste país, o que
evidencia a efetiva atuação da empresa canadense no Brasil,
independentemente do local de armazenamento do conteúdo das
mensagens realizadas por usuários brasileiros em âmbito nacional. E
esta Corte Superior, em situações semelhantes, já afirmou que, em se
tratando de matéria submetida à jurisdição brasileira, não é
necessária a cooperação jurídica internacional" (AgRg no AREsp n.
1.604.544/SP, relator Ministro Sebastião Reis Júnior, Sexta Turma,
julgado em 1/9/2020, DJe de 9/9/2020). Esta Corte entende ainda que
"Com efeito, o Brasil e o Governo do Canadá firmaram em 27/1/1995,
Tratado de Assistência Mútua em Matéria Penal, promulgado por meio
do Decreto n. 6.747/2009. Nada obstante, os serviços telefônicos e
telemáticos, por meio dos quais foram realizadas as comunicações
interceptadas - Blackberry, encontravam-se ativos no Brasil, por
intermédio de operadoras de telefonia estabelecidas no território
nacional. Em matéria submetida à jurisdição brasileira, não é
necessária a cooperação jurídica internacional" (RHC n. 84.100/SP,
relator Ministro Felix Fischer, Quinta Turma, julgado em 13/3/2018,
DJe de 21/3/2018).
- **Item 7 (texto oficial):** Tendo sido as comunicações - tanto as telefônicas, como as
telemáticas - realizadas em solo nacional, torna-se despiciendo que
as interceptações de comunicações telefônicas realizadas entre
interlocutor brasileiro com interlocutor que se encontrava no
Paraguai, ou que o acesso às comunicações telemáticas armazenadas
supostamente em servidor de empresa sediada no Canadá - estando tais
matérias submetidas à jurisdição penal nacional -, se dessem pela
via da cooperação jurídica internacional, conforme acima delineado,
de modo que incide o óbice previsto na Súmula 83 deste Tribunal
quanto ao ponto.
- **Item 8 (texto oficial):** Não se verifica ofensa aos arts. 17.1 e 17.2 do Pacto
Internacional de Direitos Civis e Políticos, ao art. 11.2 da
Convenção Americana de Direitos Humanos e aos arts. 157, caput, e
386, VII, ambos do Código de Processo Penal, visto que a recorrente
não se desincumbiu de seu ônus de evidenciar qualquer alteração ou a
ausência de fiabilidade nas transcrições adunadas aos autos,
tampouco de evidenciar que o acesso à integralidade do conteúdo lhe
foi negado, sendo que as alegações trazidas pela defesa no que toca
à ausência de confiabilidade dos elementos de prova digitais são
genéricas e especulativas, não tendo sido demonstrado qualquer vício
ou adulteração no conjunto probatório indicado capaz de retirar a
fiabilidade probatória. Nesse giro, não pode ser presumida a
existência de vícios ou de adulterações nas evidências digitais,
devendo a Defesa trazer à lume circunstâncias que permitam
identificar eventuais alterações no arcabouço probatório referente a
dados estanques, o que, diga-se, não ocorreu no caso em tela.
Precedentes.
- **Item 9 (texto oficial):** A tese da ocorrência de crime impossível sequer foi objeto de
enfrentamento no acórdão vergastado, sendo certo que a quaestio não
foi enfrentada por ocasião do julgamento dos embargos aclaratórios
opostos pela Defesa, o que atrai, por analogia, a incidência da
Súmula n. 282 do STF.
- **Item 10 (texto oficial):** Para que fosse possível reverter a conclusão obtida pelos Juízos
de origem e acolher a tese defensiva de ausência da prática de fato
típico pela recorrente, forçoso seria o revolvimento
fático-probatório da matéria, providência esta incabível na presente
via ante o disposto na Súmula n. 7 desta Corte.
- **Item 11 (texto oficial):** A reversão da conclusão obtida pelas instâncias de origem em
relação à transnacionalidade do crime de tráfico de drogas demanda o
revolvimento fático probatório da matéria. Incidência do enunciado
de Súmula n. 7/STJ.
- **Item 12 (texto oficial):** Inexiste afronta aos arts. 61, 62 e 63 da Lei n. 11.343/06,
porquanto a decisão que determinou o perdimento de bens se deu de
maneira fundamentada e calcada nos elementos de prova adunados aos
autos. De mais a mais, "A análise da tese defensiva de que seria
lícita a origem dos bens cujo perdimento foi decretado demandaria o
revolvimento de matéria fático- probatório, vedado pela Súmula
7/STJ" (EDcl no AgRg no REsp n. 1.525.199/RS, relator Ministro
Sebastião Reis Júnior, Sexta Turma, julgado em 16/8/2016, DJe de
1/9/2016).
- **Item 13 (texto oficial):** Agravo regimental desprovido.

## Ementa

AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL. TRÁFICO DE DROGAS. NULIDADE
DAS INTERCEPTAÇÕES TELEFÔNICAS. INOCORRÊNCIA.  COOPERAÇÃO JURÍDICA
INTERNACIONAL. DESNECESSIDADE. COMUNICAÇÕES TELEFÔNICAS E
TELEMÁTICAS TRAVADAS EM SOLO NACIONAL. QUEBRA DA CADEIA DE CUSTÓDIA
DA PROVA DIGITAL. INOCORRÊNCIA. INEXISTÊNCIA DE INDÍCIOS QUE
COMPROMETAM A FIABILIDADE DOS DADOS ESTANQUES. TESE DE CRIME
IMPOSSÍVEL NÃO ANALISADA PELA CORTE A QUO. SÚMULA 282/STF. TESE DE
AUSÊNCIA DA PRÁTICA DE FATO TÍPICO PELA RECORRENTE. INVIAIBILIDADE
DE ACOLHIMENTO. SÚMULA 7/STJ. REVERSÃO DA CONCLUSÃO ACERCA DA
TRANSNACIONALIDADE DO DELITO. SÚMULA 7 DESTA CORTE. PERDIMENTO DE
BENS. ALEGAÇÃO DEFENSIVA DE QUE OS BENS SÃO DE ORIGEM LÍCITA.
REVERSÃO DA CONCLUSÃO OBTIDA PELAS INSTÂNCIAS DE ORIGEM. SÚMULA
7/STJ. AGRAVO REGIMENTAL DESPROVIDO.
1.  No caso dos autos, o pleito de deferimento das interceptações
fora precedido da elaboração de investigações preliminares
devidamente constantes dos autos, que indicavam, de forma
suficiente, a existência do fumus comissi delicti, e que permite
evidenciar que a interceptação, ao revés do que sustenta a
recorrente, não foi lastreada tão somente na existência de denúncias
anônimas que davam conta da atuação da agravante e de seus
comparsas.
2. Conquanto a Defesa alegue ter sido afrontado o princípio da
subsidiariedade, certo é que a recorrente não evidenciou a
existência de meios investigativos alternativos à interceptação, não
se desincumbindo, como destaquei na decisão agravada, de ônus que
lhe incumbia. Precedentes.
3. A decisão que autorizou - e que prorrogou - a interceptação fora
lastreada nos relatórios constantes dos autos, não havendo se falar
em ausência de fundamentação do decisum e, via de consequência, em
afronta ao disposto no art. 5º da Lei das Interceptações.
4. Nos termos da jurisprudência deste Tribunal, não se exige
fundamentação exaustiva na decisão que autoriza a interceptação,
bastando que o Magistrado evidencie a existência dos requisitos
autorizadores da diligência. Do mesmo modo, nas decisões que
autorizam a prorrogação das interceptações, basta a manutenção dos
requisitos que autorizaram a interceptação originária.
5. A pretensa violação ao art. 93, IX, da Constituição Federal é
impassível de ser conhecida por esta Corte, a quem não cabe a
interpretação de normas constitucionais, mas apenas da legislação
infraconstitucional, sendo, via de consequência, incabível a sua
cognição por intermédio do recurso especial.
6. Nos termos da jurisprudência desta Corte Superior, "Não procede a
alegação de descabimento das provas dos autos, em razão de a parte
operacional da interceptação ter sido produzida em outro país, sem
observância das regras contidas no Tratado de Assistência Mútua em
matéria penal, firmado entre Brasil e Canadá. Isso porque, no caso,
as comunicações foram perpetradas em solo brasileiro, por intermédio
de operadoras de telefonia estabelecidas neste país, o que
evidencia a efetiva atuação da empresa canadense no Brasil,
independentemente do local de armazenamento do conteúdo das
mensagens realizadas por usuários brasileiros em âmbito nacional. E
esta Corte Superior, em situações semelhantes, já afirmou que, em se
tratando de matéria submetida à jurisdição brasileira, não é
necessária a cooperação jurídica internacional" (AgRg no AREsp n.
1.604.544/SP, relator Ministro Sebastião Reis Júnior, Sexta Turma,
julgado em 1/9/2020, DJe de 9/9/2020). Esta Corte entende ainda que
"Com efeito, o Brasil e o Governo do Canadá firmaram em 27/1/1995,
Tratado de Assistência Mútua em Matéria Penal, promulgado por meio
do Decreto n. 6.747/2009. Nada obstante, os serviços telefônicos e
telemáticos, por meio dos quais foram realizadas as comunicações
interceptadas - Blackberry, encontravam-se ativos no Brasil, por
intermédio de operadoras de telefonia estabelecidas no território
nacional. Em matéria submetida à jurisdição brasileira, não é
necessária a cooperação jurídica internacional" (RHC n. 84.100/SP,
relator Ministro Felix Fischer, Quinta Turma, julgado em 13/3/2018,
DJe de 21/3/2018).
7. Tendo sido as comunicações - tanto as telefônicas, como as
telemáticas - realizadas em solo nacional, torna-se despiciendo que
as interceptações de comunicações telefônicas realizadas entre
interlocutor brasileiro com interlocutor que se encontrava no
Paraguai, ou que o acesso às comunicações telemáticas armazenadas
supostamente em servidor de empresa sediada no Canadá - estando tais
matérias submetidas à jurisdição penal nacional -, se dessem pela
via da cooperação jurídica internacional, conforme acima delineado,
de modo que incide o óbice previsto na Súmula 83 deste Tribunal
quanto ao ponto.
8. Não se verifica ofensa aos arts. 17.1 e 17.2 do Pacto
Internacional de Direitos Civis e Políticos, ao art. 11.2 da
Convenção Americana de Direitos Humanos e aos arts. 157, caput, e
386, VII, ambos do Código de Processo Penal, visto que a recorrente
não se desincumbiu de seu ônus de evidenciar qualquer alteração ou a
ausência de fiabilidade nas transcrições adunadas aos autos,
tampouco de evidenciar que o acesso à integralidade do conteúdo lhe
foi negado, sendo que as alegações trazidas pela defesa no que toca
à ausência de confiabilidade dos elementos de prova digitais são
genéricas e especulativas, não tendo sido demonstrado qualquer vício
ou adulteração no conjunto probatório indicado capaz de retirar a
fiabilidade probatória. Nesse giro, não pode ser presumida a
existência de vícios ou de adulterações nas evidências digitais,
devendo a Defesa trazer à lume circunstâncias que permitam
identificar eventuais alterações no arcabouço probatório referente a
dados estanques, o que, diga-se, não ocorreu no caso em tela.
Precedentes.
9. A tese da ocorrência de crime impossível sequer foi objeto de
enfrentamento no acórdão vergastado, sendo certo que a quaestio não
foi enfrentada por ocasião do julgamento dos embargos aclaratórios
opostos pela Defesa, o que atrai, por analogia, a incidência da
Súmula n. 282 do STF.
10. Para que fosse possível reverter a conclusão obtida pelos Juízos
de origem e acolher a tese defensiva de ausência da prática de fato
típico pela recorrente, forçoso seria o revolvimento
fático-probatório da matéria, providência esta incabível na presente
via ante o disposto na Súmula n. 7 desta Corte.
11. A reversão da conclusão obtida pelas instâncias de origem em
relação à transnacionalidade do crime de tráfico de drogas demanda o
revolvimento fático probatório da matéria. Incidência do enunciado
de Súmula n. 7/STJ.
12. Inexiste afronta aos arts. 61, 62 e 63 da Lei n. 11.343/06,
porquanto a decisão que determinou o perdimento de bens se deu de
maneira fundamentada e calcada nos elementos de prova adunados aos
autos. De mais a mais, "A análise da tese defensiva de que seria
lícita a origem dos bens cujo perdimento foi decretado demandaria o
revolvimento de matéria fático- probatório, vedado pela Súmula
7/STJ" (EDcl no AgRg no REsp n. 1.525.199/RS, relator Ministro
Sebastião Reis Júnior, Sexta Turma, julgado em 16/8/2016, DJe de
1/9/2016).
13. Agravo regimental desprovido.

## Dispositivo / resultado textual

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima
indicadas, acordam os Ministros da SEXTA TURMA do Superior Tribunal
de Justiça, em Sessão Virtual de 20/03/2025 a 26/03/2025, por
unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr.
Ministro Relator.
Os Srs. Ministros Og Fernandes, Sebastião Reis Júnior, Rogerio
Schietti Cruz e Otávio de Almeida Toledo (Desembargador Convocado do
TJSP) votaram com o Sr. Ministro Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Sebastião Reis Júnior.

## Referências extraídas

urn:lex:br:federal:constituicao:1988-10-05;1988!art93, urn:lex:br:federal:lei:1996-07-24;9296!art2, urn:lex:br:federal:lei:1996-07-24;9296!art5

## Jurisprudência citada pela fonte STJ

(INTERCEPTAÇÃO TELEFÔNICA - PRINCÍPIO DA SUBSIDIARIEDADE)
   STJ - <<AgRg no HC 533348>>-CE
(RECURSO ESPECIAL - MATÉRIA CONSTITUCIONAL - USURPAÇÃO DE
COMPETÊNCIA)
   STJ - <<AgRg no REsp 1610224>>-SP
(INTERCEPTAÇÕES TELEFÔNICAS - FUNDAMENTAÇÃO EXAUSTIVA)
   STJ - <<RHC 101780>>-PB
(INTERCEPTAÇÕES TELEFÔNICAS - COOPERAÇÃO JURÍDICA INTERNACIONAL -
COMUNICAÇÕES TELEFÔNICAS E TELEMÁTICAS TRAVADAS EM SOLO NACIONAL)
   STJ - <<AgRg no AREsp 1604544>>-SP, <<RHC 84100>>-SP
(QUEBRA DA CADEIA DE CUSTÓDIA)
   STJ - <<AgRg no HC 771217>>-SP, <<AgRg no HC 665948>>-MS
(PLEITO DE ABSOLVIÇÃO - REEXAME DE PROVAS)
   STJ - <<AgRg no AREsp 1433301>>-RS
(TRÁFICO DE DROGAS - TRANSNACIONALIDADE DO CRIME - SÚMULA 7/STJ)
   STJ - <<AgRg no AREsp 1761593>>-RS
(PERDIMENTO DE BENS - ORIGEM LÍCITA - SÚMULA 7/STJ)
   STJ - <<EDcl no AgRg no REsp 1525199>>-RS

## Súmulas citadas

- STJ:7

## Referências legislativas textuais

- LEG:FED LEI:009296 ANO:1996
*****  LICT    LEI DA INTERCEPTAÇÃO DE COMUNICAÇÕES TELEFÔNICAS
        ART:00002 INC:00001 INC:00002 ART:00005
- LEG:FED CFB:****** ANO:1988
*****  CF-1988    CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988
        ART:00093 INC:00009
- LEG:FED SUM:****** ANO:****
*****  SUM(STJ)    SÚMULA DO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA
        SUM:000007 SUM:000083

**Limite documental:** Recortes literais da ementa, dispositivo e referências do STJ. Não substituem o voto ou inteiro teor ausente, nem constituem tese autoral.


## Navegação contextual

- [Decisões que citam urn:lex:br:federal:constituicao:1988-10-05;1988!art93](https://wikijuridica.com.br/casos/dispositivo/?urn=urn%3Alex%3Abr%3Afederal%3Aconstituicao%3A1988-10-05%3B1988%21art93)
- [Decisões que citam urn:lex:br:federal:lei:1996-07-24;9296!art2](https://wikijuridica.com.br/casos/dispositivo/?urn=urn%3Alex%3Abr%3Afederal%3Alei%3A1996-07-24%3B9296%21art2)
- [Decisões que citam urn:lex:br:federal:lei:1996-07-24;9296!art5](https://wikijuridica.com.br/casos/dispositivo/?urn=urn%3Alex%3Abr%3Afederal%3Alei%3A1996-07-24%3B9296%21art5)

**Nota:** processos com a mesma classificação ou norma podem ter fatos, fundamentos e desfechos divergentes. Ato/andamento não prova vitória, derrota ou trânsito em julgado.

## Casos reais relacionados — semelhanças e diferenças documentais

Relações por códigos TPU ou URN LexML coincidentes. Coincidências de campos não demonstram identidade da causa, do mérito ou do resultado e não são aconselhamento jurídico. Diferenças de classificação, tribunal ou órgão são documentais.

- [STJ — 1920012](https://wikijuridica.com.br/casos/documento/73142/) — classe: AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL; referências coincidentes: urn:lex:br:federal:constituicao:1988-10-05;1988!art93, urn:lex:br:federal:lei:1996-07-24;9296!art2, urn:lex:br:federal:lei:1996-07-24;9296!art5
  - Coincidência literal — Tribunal: STJ
  - Coincidência literal — Classe processual: AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL
  - Órgão julgador (atual / relacionado): SEXTA TURMA / QUINTA TURMA
- [STJ — 166881](https://wikijuridica.com.br/casos/documento/12767/) — classe: AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS; referências coincidentes: urn:lex:br:federal:constituicao:1988-10-05;1988!art93, urn:lex:br:federal:lei:1996-07-24;9296!art2, urn:lex:br:federal:lei:1996-07-24;9296!art5
  - Coincidência literal — Tribunal: STJ
  - Classe processual (atual / relacionado): AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL / AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS
  - Órgão julgador (atual / relacionado): SEXTA TURMA / QUINTA TURMA
- [STJ — 1946048](https://wikijuridica.com.br/casos/documento/41047/) — classe: AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL; referências coincidentes: urn:lex:br:federal:constituicao:1988-10-05;1988!art93, urn:lex:br:federal:lei:1996-07-24;9296!art2, urn:lex:br:federal:lei:1996-07-24;9296!art5
  - Coincidência literal — Tribunal: STJ
  - Coincidência literal — Classe processual: AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL
  - Órgão julgador (atual / relacionado): SEXTA TURMA / QUINTA TURMA

## Comentário de Rafael Toledo

Análise autoral de leitura documental, separada do teor oficial.

Neste registro, o processo 1958937 no STJ está identificado por “AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL”. Esse é o dado documental disponível para orientar a leitura. O campo de assunto não está informado nesta representação, de modo que não o completo por aproximação com outros processos.

O órgão indicado é “SEXTA TURMA”. Esse vínculo permite localizar a unidade registrada e acompanhar seus atos. A identificação do órgão não informa, por si, o conteúdo de uma decisão ou o acolhimento de um pedido.

Neste acórdão, a análise deve relacionar a ementa ao dispositivo preservado. A ementa apresenta a questão e a fundamentação resumida; o dispositivo registra a deliberação textual. Uma expressão retirada de um deles não substitui a leitura conjunta do documento.

O registro disponível não contém o inteiro teor do voto. Por isso, este comentário se limita à organização da fonte publicada; argumentos, fatos ou ressalvas ausentes não são reconstruídos como se fossem afirmações do tribunal.

[Fonte oficial que sustenta este comentário](<https://dadosabertos.web.stj.jus.br/dataset/3e51dda9-0d9c-418e-9423-79284d6c9a9b/resource/3c3ab908-9ac6-4c83-befc-fc2a3fd17e0c/download/20250430.json>)

- **Autoria do comentário:** Rafael Toledo
- **Versão do produtor:** 2026-10-22.1
- **SHA-256 da fonte:** 5a4ea9bd8eec5b92713497dfcff88b2e6320fe25800977ccea16501ee50b5519
- **SHA-256 do comentário:** 1b6a33a89336cfd3c0ec7f4e3afa0958f990026bb1303a92f2a24ea9af69da1b
