STJ — 2942543
Proveniência: STJ — acórdãos públicos. SHA-256 da fonte preservada: 8661fda7b029146b160fdc85fa6a6e5cee4ab1410fd60ee79327c088e4357338
Origem do registro no STJ
Conjunto de dados oficial do STJ
- Identificador na fonte
- 000918978
- Número de registro na fonte
- 202501837858
- Coleta informada no registro
- 2026-09-18T12:46:26Z
Registro público original completo (JSON)
Quadro documental do acórdão — seções literais do STJ
Transcrição dos títulos e fundamentos expressamente delimitados na ementa oficial, sem síntese ou tese criada por IA.
I. Caso em exame
1. Agravo regimental interposto contra decisão que
conheceu do agravo para não conhecer do recurso especial,
fundamentada no art. 932, III, do CPC c/c art. 253, parágrafo único,
II, "a", do RISTJ. O recorrente foi condenado em primeira instância
à pena de 6 anos, 7 meses e 10 dias de reclusão, em regime inicial
fechado, pela prática dos crimes previstos nos arts. 155, caput, e
157, caput, na forma do art. 69, todos do Código Penal, mais 24
dias-multa.
2. A defesa interpôs apelação pugnando pela absolvição em relação ao
delito de roubo, por ausência de dolo na conduta do acusado e por
insuficiência de provas robustas para a condenação. O Tribunal de
Justiça do Estado da Bahia manteve a condenação, destacando a
confirmação dos fatos pelas vítimas e pelos policiais, além da
apreensão da res furtiva em poder do acusado.
II. Questão em discussão
3. A questão em discussão consiste em saber
se as provas produzidas durante a persecução penal são suficientes
para a condenação do recorrente pelo crime de roubo, que lhe foi
imputado na denúncia.
III. Razões de decidir
4. A instância antecedente, soberana na
análise dos elementos fáticos e probatórios, concluiu que a autoria
e a materialidade delitivas restaram devidamente comprovadas, com
base nos depoimentos das vítimas e dos policiais, além da apreensão
da res furtiva em poder do acusado.
5. A alteração do julgado, tal como pleiteado pela defesa, não
prescinde do reexame dos fatos, o que, no caso, encontra óbice na
Súmula 7 do STJ.
6. A jurisprudência do STJ reconhece a importância da palavra da
vítima em crimes patrimoniais e a idoneidade dos depoimentos dos
policiais quando em harmonia com as demais provas dos autos.
IV. Dispositivo e tese
7. Agravo regimental improvido.
Tese de julgamento: "1. A palavra da vítima tem especial
importância em crimes patrimoniais. 2. Os depoimentos dos policiais
são meio idôneo para a formação do édito condenatório quando em
harmonia com as demais provas dos autos.".
Dispositivos relevantes citados: CP, arts. 155, 157 e 69; CPC, art.
932, III; RISTJ, art. 253, parágrafo único, II, "a".Jurisprudência
relevante citada: STJ, AgRg no AREsp 1.503.125/SP, Rel. Min.
Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma, julgado em 15.08.2019;
STJ, HC 581.963/SC, Rel. Min. Laurita Vaz, Sexta Turma, julgado em
22.03.2022; STJ, AgRg no AREsp 2.321.706/SP, Rel. Min. Ribeiro
Dantas, Quinta Turma, julgado em 09.05.2023.
Inteiro teor do voto não fornecido no registro original; ementa e dispositivo são preservados integralmente abaixo.
Ementa
DIREITO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL.
ROUBO. RECURSO IMPROVIDO.
I. Caso em exame
1. Agravo regimental interposto contra decisão que
conheceu do agravo para não conhecer do recurso especial,
fundamentada no art. 932, III, do CPC c/c art. 253, parágrafo único,
II, "a", do RISTJ. O recorrente foi condenado em primeira instância
à pena de 6 anos, 7 meses e 10 dias de reclusão, em regime inicial
fechado, pela prática dos crimes previstos nos arts. 155, caput, e
157, caput, na forma do art. 69, todos do Código Penal, mais 24
dias-multa.
2. A defesa interpôs apelação pugnando pela absolvição em relação ao
delito de roubo, por ausência de dolo na conduta do acusado e por
insuficiência de provas robustas para a condenação. O Tribunal de
Justiça do Estado da Bahia manteve a condenação, destacando a
confirmação dos fatos pelas vítimas e pelos policiais, além da
apreensão da res furtiva em poder do acusado.
II. Questão em discussão
3. A questão em discussão consiste em saber
se as provas produzidas durante a persecução penal são suficientes
para a condenação do recorrente pelo crime de roubo, que lhe foi
imputado na denúncia.
III. Razões de decidir
4. A instância antecedente, soberana na
análise dos elementos fáticos e probatórios, concluiu que a autoria
e a materialidade delitivas restaram devidamente comprovadas, com
base nos depoimentos das vítimas e dos policiais, além da apreensão
da res furtiva em poder do acusado.
5. A alteração do julgado, tal como pleiteado pela defesa, não
prescinde do reexame dos fatos, o que, no caso, encontra óbice na
Súmula 7 do STJ.
6. A jurisprudência do STJ reconhece a importância da palavra da
vítima em crimes patrimoniais e a idoneidade dos depoimentos dos
policiais quando em harmonia com as demais provas dos autos.
IV. Dispositivo e tese
7. Agravo regimental improvido.
Tese de julgamento: "1. A palavra da vítima tem especial
importância em crimes patrimoniais. 2. Os depoimentos dos policiais
são meio idôneo para a formação do édito condenatório quando em
harmonia com as demais provas dos autos.".
Dispositivos relevantes citados: CP, arts. 155, 157 e 69; CPC, art.
932, III; RISTJ, art. 253, parágrafo único, II, "a".Jurisprudência
relevante citada: STJ, AgRg no AREsp 1.503.125/SP, Rel. Min.
Reynaldo Soares da Fonseca, Quinta Turma, julgado em 15.08.2019;
STJ, HC 581.963/SC, Rel. Min. Laurita Vaz, Sexta Turma, julgado em
22.03.2022; STJ, AgRg no AREsp 2.321.706/SP, Rel. Min. Ribeiro
Dantas, Quinta Turma, julgado em 09.05.2023.
Dispositivo transcrito
Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima
indicadas, acordam os Ministros da Turma, por unanimidade, negar
provimento ao agravo regimental.
Os Srs. Ministros Reynaldo Soares da Fonseca, Joel Ilan Paciornik,
Messod Azulay Neto e Carlos Cini Marchionatti (Desembargador
Convocado TJRS) votaram com o Sr. Ministro Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Reynaldo Soares da Fonseca.
Recortes literais da ementa, dispositivo e referências do STJ. Não substituem o voto ou inteiro teor ausente, nem constituem tese autoral.
Comentário de Rafael Toledo
Análise autoral de leitura documental, separada do teor oficial.
Neste registro, o processo 2942543 no STJ está identificado por “AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL”. Esse é o dado documental disponível para orientar a leitura. O campo de assunto não está informado nesta representação, de modo que não o completo por aproximação com outros processos.
O órgão indicado é “QUINTA TURMA”. Esse vínculo permite localizar a unidade registrada e acompanhar seus atos. A identificação do órgão não informa, por si, o conteúdo de uma decisão ou o acolhimento de um pedido.
A ementa deste acórdão organiza a exposição em “I. Caso em exame”; “II. Questão em discussão”; “III. Razões de decidir”; “IV. Dispositivo e tese”. Essa estrutura permite separar a questão apresentada, a fundamentação descrita e o dispositivo. Um trecho isolado precisa ser confrontado com as demais seções do mesmo acórdão.
O registro disponível não contém o inteiro teor do voto. Por isso, este comentário se limita à organização da fonte publicada; argumentos, fatos ou ressalvas ausentes não são reconstruídos como se fossem afirmações do tribunal.
Fonte oficial que sustenta este comentário
Identidade e proveniência do comentário
Autoria: Rafael Toledo. Versão: 2026-10-22.1. SHA-256 da fonte:
8661fda7b029146b160fdc85fa6a6e5cee4ab1410fd60ee79327c088e4357338. SHA-256 do comentário:b1eaf4cc52e15d36efeae5a96e2017340e2a7bad2774c56ef80e9cc9eafdac7e.