Inteiro teor do voto não fornecido no registro original; ementa e dispositivo são preservados integralmente abaixo.
Assunto e questão jurídica conforme a ementa oficial
HABEAS CORPUS. ROUBO. PLEITO DE ABSOLVIÇÃO POR VÍCIO NO RECONHECIMENTO E FRAGILIDADE PROBATÓRIA. CONDENAÇÃO FIRMADA EM PROVAS ROBUSTAS DA AUTORIA. REGIME INICIAL FECHADO DEVIDAMENTE FUNDAMENTADO. 1. Pelo que se extrai dos autos, as vítimas descreveram, logo após o crime, as características físicas e vestimentas do roubador e da moça que o acompanhava, tendo os policiais logrado prendê-lo em flagrante, a partir das descrições feitas. Na sequência, foram reconhecidos pessoalmente pelos ofendidos em solo policial. 2. O fato de a res furtivae não ser encontrada em poder do assaltante não exclui automaticamente a responsabilidade pela prática crim…
Ementa
HABEAS CORPUS. ROUBO. PLEITO DE ABSOLVIÇÃO POR VÍCIO NO
RECONHECIMENTO E FRAGILIDADE PROBATÓRIA. CONDENAÇÃO FIRMADA EM
PROVAS ROBUSTAS DA AUTORIA. REGIME INICIAL FECHADO DEVIDAMENTE
FUNDAMENTADO.
1. Pelo que se extrai dos autos, as vítimas
descreveram, logo após o crime, as características físicas e
vestimentas do roubador e da moça que o acompanhava, tendo os
policiais logrado prendê-lo em flagrante, a partir das descrições
feitas. Na sequência, foram reconhecidos pessoalmente pelos
ofendidos em solo policial.
2. O fato de a res furtivae não ser
encontrada em poder do assaltante não exclui automaticamente a
responsabilidade pela prática criminosa se presentes provas de
autoria suficientes, como no caso em concreto.
3. Demonstrada
fundamentadamente pelas instâncias a quo a autoria delitiva, rever
tal conclusão reclamaria ampla incursão no acervo fático-probatório,
inviável nesta via.
4. Quanto ao regime inicial fixado, verifico que
foi devidamente fundamentada, no acórdão atacado, a sua manutenção,
dado o quantum de pena aplicado e a reincidência do paciente.
5.
Ordem denegada.
Dispositivo transcrito
Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas,
acordam os Ministros da SEXTA TURMA do Superior Tribunal de Justiça,
em Sessão Virtual de 05/03/2026 a 11/03/2026, por unanimidade,
denegar o habeas corpus, nos termos do voto do Sr. Ministro
Relator.
Os Srs. Ministros Antonio Saldanha Palheiro, Carlos Pires
Brandão e Og Fernandes votaram com o Sr. Ministro Relator.
Presidiu
o julgamento o Sr. Ministro Carlos Pires Brandão.
Não participou do
julgamento o Sr. Ministro Rogerio Schietti Cruz.
Recortes literais da ementa, dispositivo e referências do STJ. Não substituem o voto ou inteiro teor ausente, nem constituem tese autoral.