STJ — 944441
Proveniência: STJ — acórdãos públicos. SHA-256 da fonte preservada: 4e1e905306372479508c9c54703cf80ad83d22b683744fbc3ea07dbc6ef48a0c
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Ementa
AGRAVO REGIMENTAL NO HABEAS CORPUS. PENAL E PROCESSUAL PENAL. LESÃO
CORPORAL CONTRA MULHER EM CONTEXTO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA.
INSURGÊNCIA CONTRA O ACÓRDÃO TRANSITADO EM JULGADO. MANEJO DO HABEAS
CORPUS COMO REVISÃO CRIMINAL. DESCABIMENTO. ART. 105, INCISO I,
ALÍNEA "E", DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. AUSÊNCIA DE MANIFESTA
ILEGALIDADE. REGIME MAIS GRAVOSO. CIRCUNSTÂNCIAS JUDICIAIS
DESFAVORÁVEIS. FUNDAMENTAÇÃO IDÔNEA. AGRAVO REGIMENTAL NÃO PROVIDO.
1. No presente caso, inexiste ilegalidade flagrante que justifique a
concessão de habeas corpus de ofício, pois, de acordo com o
entendimento consolidado do Superior Tribunal de Justiça, tendo sido
estabelecida a pena definitiva em patamar inferior a 04 (quatro)
anos, mas presente uma circunstância judicial desfavorável, é
impositiva a fixação do regime inicial semiaberto. (EAREsp n.
1.905.458/RN, relatora Ministra Laurita Vaz, Terceira Seção, julgado
em 22/03/2023, DJe de 03/04/2023).
2. Agravo regimental não provido.
Dispositivo transcrito
Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima
indicadas, acordam os Ministros da SEXTA TURMA do Superior Tribunal
de Justiça, em sessão virtual de 05/12/2024 a 11/12/2024, por
unanimidade, negar provimento ao recurso, nos termos do voto do Sr.
Ministro Relator.
Os Srs. Ministros Og Fernandes, Sebastião Reis Júnior, Rogerio
Schietti Cruz e Antonio Saldanha Palheiro votaram com o Sr. Ministro
Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Sebastião Reis Júnior.