STJ — 228531
Proveniência: STJ — acórdãos públicos. SHA-256 da fonte preservada: 4b25577af019e6a02f5f7dbc13b32a9cb413def4801a7cca4c09206bc3b8b7cf
Registro público original completo (JSON)
Quadro documental do acórdão — seções literais do STJ
Transcrição dos títulos e fundamentos expressamente delimitados na ementa oficial, sem síntese ou tese criada por IA.
I. CASO EM EXAME
1. Agravo regimental interposto contra decisão monocrática que
conheceu em parte do recurso em habeas corpus e, nessa extensão,
negou-lhe provimento, mantendo a prisão preventiva do recorrente,
acusado pela suposta prática do crime previsto no art. 35, caput, da
Lei n. 11.343/2006.
II. QUESTÃO EM DISCUSSÃO
2. A questão em discussão consiste em saber se há fundamentação
idônea e suficiente para a manutenção da prisão preventiva
decretada.
III. RAZÕES DE DECIDIR
3. A imposição da prisão preventiva foi devidamente fundamentada
pelas instâncias ordinárias diante da especial gravidade dos fatos
apurados, considerando a participação, em tese, do agravante em
associação criminosa com vínculos transnacionais, que estaria
buscando o controle da rota fluvial do tráfico no Estado do
Amazonas, e do risco concreto de reiteração delitiva, evidenciado
pelo histórico criminal do acusado, que inclui condenação anterior
por tráfico de drogas.
4. A necessidade da manutenção da medida cautelar extrema foi
corroborada pelo fato de o agravante encontrar-se em local incerto e
não sabido, circunstância que resultou na suspensão do processo nos
termos do art. 366 do CPP, reforçando a necessidade da medida para
garantir a aplicação da lei penal, conforme referido pelo Juízo de
primeiro grau.
5. A tese de negativa de autoria configura indevida inovação
recursal e demanda exame aprofundado do contexto fático-probatório
dos autos, incompatível com a via do habeas corpus ou do respectivo
recurso ordinário.
IV. DISPOSITIVO
6. Agravo regimental conhecido em parte e, nessa extensão, não
provido.
Inteiro teor do voto não fornecido no registro original; ementa e dispositivo são preservados integralmente abaixo.
Ementa
DIREITO PROCESSUAL PENAL. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO EM HABEAS
CORPUS. ASSOCIAÇÃO PARA O TRÁFICO DE DROGAS. PRISÃO PREVENTIVA.
NEGATIVA DE AUTORIA. AGRAVO REGIMENTAL PARCIALMENTE CONHECIDO E,
NESSA EXTENSÃO, NÃO PROVIDO.
I. CASO EM EXAME
1. Agravo regimental interposto contra decisão monocrática que
conheceu em parte do recurso em habeas corpus e, nessa extensão,
negou-lhe provimento, mantendo a prisão preventiva do recorrente,
acusado pela suposta prática do crime previsto no art. 35, caput, da
Lei n. 11.343/2006.
II. QUESTÃO EM DISCUSSÃO
2. A questão em discussão consiste em saber se há fundamentação
idônea e suficiente para a manutenção da prisão preventiva
decretada.
III. RAZÕES DE DECIDIR
3. A imposição da prisão preventiva foi devidamente fundamentada
pelas instâncias ordinárias diante da especial gravidade dos fatos
apurados, considerando a participação, em tese, do agravante em
associação criminosa com vínculos transnacionais, que estaria
buscando o controle da rota fluvial do tráfico no Estado do
Amazonas, e do risco concreto de reiteração delitiva, evidenciado
pelo histórico criminal do acusado, que inclui condenação anterior
por tráfico de drogas.
4. A necessidade da manutenção da medida cautelar extrema foi
corroborada pelo fato de o agravante encontrar-se em local incerto e
não sabido, circunstância que resultou na suspensão do processo nos
termos do art. 366 do CPP, reforçando a necessidade da medida para
garantir a aplicação da lei penal, conforme referido pelo Juízo de
primeiro grau.
5. A tese de negativa de autoria configura indevida inovação
recursal e demanda exame aprofundado do contexto fático-probatório
dos autos, incompatível com a via do habeas corpus ou do respectivo
recurso ordinário.
IV. DISPOSITIVO
6. Agravo regimental conhecido em parte e, nessa extensão, não
provido.
Dispositivo transcrito
Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas,
acordam os Ministros da SEXTA TURMA do Superior Tribunal de
Justiça, em Sessão Virtual de 26/02/2026 a 04/03/2026, por
unanimidade, conhecer parcialmente do recurso, mas lhe negar
provimento, nos termos do voto do Sr. Ministro Carlos Pires Brandão.
Os Srs. Ministros Og Fernandes, Sebastião Reis Júnior, Rogerio
Schietti Cruz e Antonio Saldanha Palheiro votaram com o Sr. Ministro
Relator.
Presidiu o julgamento o Sr. Ministro Carlos Pires Brandão.
Jurisprudência citada no registro do STJ
(PRISÃO PREVENTIVA - TRÁFICO DE DROGAS - GRAVIDADE DOS FATOS -
ASSOCIAÇÃO CRIMINOSA)
STJ - <<AgRg no HC 857579>>-RO, <<AgRg no HC 1033627>>-GO
Referências legislativas textuais na fonte
- LEG:FED LEI:011343 ANO:2006 ***** LDR-06 LEI DE DROGAS ART:00035
- LEG:FED DEL:003689 ANO:1941 ***** CPP-41 CÓDIGO DE PROCESSO PENAL ART:00366
Recortes literais da ementa, dispositivo e referências do STJ. Não substituem o voto ou inteiro teor ausente, nem constituem tese autoral.
Referências legislativas identificadas
Casos reais relacionados: semelhanças e diferenças documentais
Relações por códigos oficiais TPU ou referências LexML coincidentes. Classes, tribunais e órgãos distintos são diferenças observáveis, não prova de decisões jurídicas divergentes.
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