Conteúdos jurídicos de Aéreo — página 3
Guias, artigos e respostas sobre Aéreo, com fonte oficial e revisão de advogado.
- Imóvel sujo, endereço diverso ou item ausente exigem respostas diferentes
- Indenização moral exige olhar para a lesão, não apenas para o relógio
- Juizado pode receber o caso aéreo, mas prova e competência vêm primeiro
- Justificativa operacional não elimina assistência nem opções do passageiro
- Legalidade da taxa de conveniência na compra de passagem aérea
- Lesão em passeio turístico contratado no pacote: responsabilidade da operadora e do prestador
- Longa espera no solo exige prova das condições, não regra estrangeira
- Manutenção da aeronave não decide o caso por uma fórmula
- Menor de 16 anos deve ficar em assento contíguo ao familiar
- Milhas aéreas na partilha de bens: como funciona
- Milhas expiradas não voltam automaticamente, mas a perda pode ser contestada
- Milhas usadas sem autorização exigem contenção rápida e prova
- Montreal não elimina o CDC: cada tipo de dano exige um enquadramento
- Na inspeção de segurança, a investigação começa pelo operador do aeródromo
- Na remarcação, a diferença tarifária funciona nos dois sentidos
- Nem toda taxa na conta do hotel tem a mesma natureza
- No cancelamento, a companhia informa as alternativas e você decide
- No charter, a forma de vender os assentos define o primeiro enquadramento
- No mesmo contrato, a conexão perdida exige solução sem novo custo
- No pacote turístico, a hospedagem precisa corresponder ao que foi vendido
- No voo internacional, avaria e atraso têm prazos de protesto contados de marcos diferentes
- No voo nacional, o prazo não deve ser escolhido só pelo nome da passagem
- No-show do passageiro não se confunde com embarque negado
- Nos Estados Unidos, a regra federal assegura reembolso quando a alternativa não é aceita
- Nota fiscal ajuda, mas não é o único meio de demonstrar o que estava na bagagem
- Não aparecer na reserva não autoriza qualquer cobrança
- Não existe um único tempo mínimo para toda conexão internacional
- O Regulamento 261 depende do aeroporto, da operadora e do fato ocorrido
- O aeroporto alternativo não substitui sozinho o destino contratado
- O alcance do reembolso depende da unidade e da utilidade do itinerário
- O avião voltou ou pousou em outro aeroporto: o que a companhia deve oferecer?
- O bloqueio antifraude pode ser cautelar, não um confisco sem explicação
- O cancelamento do anfitrião pode gerar mais que o simples estorno
- O cancelamento do bilhete prêmio tem mais de uma conta
- O contrato de estacionamento é distinto do transporte aéreo
- O desconto do acompanhante depende da necessidade prevista pela ANAC
- O hotel pode responder pelo furto, mas a indenização exige prova
- O no-show na ida não precisa eliminar seu voo de volta
- O prazo bienal de Montreal não deve ser aplicado a todos os pedidos
- O que fazer quando a mala retirada no portão não chega
- O teto material de bagagem subiu para 1.519 DES em dezembro de 2024
- O tipo de voo define quanto tempo a companhia tem para devolver a mala
- O valor depende de o voo ser doméstico ou internacional
- O voo foi cancelado: companhia e site têm papéis diferentes no reembolso
- Obesidade dá prioridade, mas não cria gratuidade automática
- Os limites de Montreal mudaram em 2024 e cada dano tem sua categoria
- Pagar por um assento cria obrigação sobre o serviço acessório
- Paguei em um site falso e a reserva não existe
- Pane tecnológica não apaga o dever de atender o passageiro
- Passageiros do mesmo voo não têm necessariamente o mesmo processo